A Aposta
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Dia 12 começam minhas provas finais e dia 19 elas acabam. dia 21 eu volto pro colégio pra encontrar um garoto mt lindo e dia 28 eu vou pegar os resultados das minhas provas.
Até o dia 12 eu vou ter outras provas (menos importantes, mas não deixam de ser provas) praticamente todo dia, então estou sendo OBRIGADA a estudar durante toda a tarde.
Hoje (05/11), por exemplo, eu aproveitei que tinha que pesquisar para um trabalho de física e vim aqui postar.
Desculpem novamente a demora e espero que gostem.
Ahh!! O Bob tirou umas férias, então as tirinhas estarão vazias nos próximos dias.. =S
=**
— Conseguiu acorda-lo, querida?
— Sim, srª. Way.
— Venha, Sarah. Vamos preparar um lanche enquanto Arthur se arruma.
Donna estendeu a mão à Sarah sorridentemente.
— Ah, pode me chamar de Donna. Vocês jovens têm uma mania peculiar de chamar os mais velhos de “senhor” e “senhora”. Eu sou tão idosa assim?
Sarah sorriu, segurando a mão de Donna.
— Não mesmo... Donna.
***
— Sério?! — Sarah ria incrédula.
— Sim! Arthur era uma peste! Uma vez ele colocou a cueca na cabeça e saiu correndo pelo bairro! — As duas gargalharam alto na cozinha.
— Mãe, você não está contando minhas aventuras da infância, está?
— Fica tranqüilo, pipoca. — Sarah deu um largo sorriso.
— Mãe! — Gerard bateu a testa na mesa, resmungando.
— Pare de resmungar, Arthur, e venha tomar seu café.
Sarah riu novamente da careta de Gerard.
***
— Sarah, podemos parar? Eu estou morto! E a mochila...
— Já?! Gerard, nós nem chegamos na academia ainda! Você só correu uns 500 metros!
— Sério? Pareciam quilômetros... — Gerard coçou a nuca, sem graça.
— Seu...mala. Depois nós vamos almoçar numa lanchonete aqui perto. A comida é ótima, e o ambiente também.
— Então tudo bem.
— Guloso. — Sarah gargalhou. — Só pensa em comer!
— Você falou em comer antes. — Gerard disse, com um meio-sorriso. — O que os amigos não fazem, hein?
— Pois é... O que os amigos mão fazem...
Trocaram um breve sorriso, quando Sarah começou a correr alucinadamente para a academia. Gerard passou o dia reclamando do cansaço, e ela apenas ria das caretas dele.
Os dias passaram, logo Junho voou, e eles já estavam em Julho. Sarah e Gerard voltaram a se aproximar, ficando juntos de segunda a sexta sozinhos, e ficando com os fins de semana livres, mas eles não se separavam. De qualquer modo, ela não podia se afastar dele, e ele não queria sair de perto dela. Lolli não era um problema; ela estava mais ocupada irritando Frank.
— Então, Ray? Já pensou no que vai fazer no seu aniversário? — Frank perguntou enquanto Ray se aproximava do grupo com uma lata de refrigerante e um pacote de salgadinhos.
Estavam todos sentados numa pequena arquibancada na praça do bairro. Gerard estava ao lado de Sarah, que apoiava a cabeça no ombro dele. Mikey estava deitado com a cabeça no colo da loira, Bob estava sentado no degrau de baixo ao lado da prima, que toda hora cutucava Frank ao seu lado.
— Não, mas nós vamos para uma fazenda em Pittsburg no dia 10 e vamos voltar dia 16.
— Que legal! Boa viagem depois de amanhã!
— Qual parte do “nós” vocês não entenderam? Todos nós vamos. Só o grupo, sozinho na fazenda... Não é maravilhoso??
Um pequeno silêncio se fez.
— Todos nós? Sozinhos numa...fazenda?? — Lolli ergueu uma sobrancelha.
— Sim, Lolli. Somente o grupo e, ah!, a Mel também vai. — Ray sorriu. — Você pode ficar tranqüila, lá tem luz elétrica e internet, viu? — Frank, Bob e Mikey zombaram de Lolli. — Na fazenda tem todo o necessário para ficarmos confortáveis.
— E os quartos?
— As meninas ficarão no quarto bege, que tem um beliche e uma cama de solteiro. Nós vamos ficar no quarto verde, que tem dois beliches e uma cama de solteiro.
— Eu topo. Vamos pessoal! Vai ser divertido! — Sarah abriu um largo sorriso.
— Eu também topo! — Mikey disse alegremente, recebendo um cafuné de Sarah.
— Os Way estão garantidos. — Gerard sorriu para o irmão.
— Os irmãos Bryar vão.
— E o gostoso Iero ficaria de fora? — Frank levantou-se, colocando as mãos na cintura. — Nunca! Frank Anthony Thomas Iero Jr. nunca recusa uma festa!
Todos abriram um largo sorriso.
— E você, Lolli? Vem com a gente?
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