A Amaldiçoada
10 Capítulo 10 Uma conversa
Notas iniciais
– Como você fez isso?
– Você me deixou estressada, perdi o controle. Agora vai logo atrás da idiota da sua namorada e para de gastar tempo comigo. disse Mari
– Sabe de uma coisa você tem razão, é melhor eu parar de gastar tempo com você, afinal você não merece.
E quando o Percy saiu atrás da Annie, a Mari se sentou no chão do chalé e deixou as lagrimas escorrerem.
No dia seguinte:
– Você precisa falar com o Nico. falou o Percy de repente durante o café da manhã.
– O que...? Não. Por quê Percy?
– Porque se você não falar com ele, ele não vai pedir pro pai dele, sabe sobre você não morrer quando a maldição for quebrada.
– Foi por isso que a gente procurou Hécate, esqueceu?
– E você confia numa deusa dos fantasmas?
– É melhor do que nada. argumentou Mari
– Não seja teimosa.
– Eu sou teimosa, tá impregnado no meu DNA
– Impre... o que?
– Impregnado, depois de um seculos acabei aprendendo umas palavras.- ela disse
– Ta, que seja. Mas você vai falar com Nico.
– Não.
– Maresia, você quer enfrentar os juizes da morte?
– Não...
– Quer ir pros campos de punição
–... Não.
– Quer viver e se dar permissão de gostar, de ter uma familia?- ele perguntou
– Quero.- ela respondeu baixo
– Então obedeça seu irmão e va falar com o Nico.- disse Percy
– Ok, eu vou Jackson.
– Musiquinha de aleluia.- pediu Percy
Eles já estavam na frente do chalé de Hades uma construção negra, com uma caveira sobre a porta, tochas com fogo '' verde''. Percy bateu na porta.
– Quem é?
– Sou eu o Percy e trouxe uma... hã... amiga.
– Entra.
Como era o chalé de Hades por dentro? Bem tinha dois beliches, e sobre cada cama havia uma caveira prateada grudada na parede, uma clara luz fazia o lugar parecer ainda mais assustador.
– Bem, Nico... essa é a minha irmã Mari. Então o Percy saiu.
– Pode ser só impressão minha... mas eu acho que você e o meu irmão não se dão lá muito bem né?
– Acertou..., garota dos olhos verde mar. confirmou
– Não é difícil de adivinhar quando vocês dois quase se matam no lago de canoagem.
– É, tem razão..., sério eu juro que já te vi antes daquilo.
– É impressão sua. disse Mari
– Hum, sei. Tipo, tem certeza que você e o Percy são irmãos, quer dizer, não acho que Poseidon possa ter uma um filho cabeça dura e uma filha linda. falou Nico
– Obrigado... eu acho.
– Não há de que. ele disse e um silêncio meio desconfortável reinou por um tempo.
– Então, eu soube que vocês vão pra Atenas.
– É, só que... quem te contou isso?
– Um passarinho preto. disse Nico rindo
– Seu bobo. riu Mari
– Mas é sério foi um corvo.
– Sei. disse Mari parando de rir.
– Mas... uma coisa eu não entendo, por que o Percy te trouxe pra falar comigo. Não que eu esteja incomodado, sua companhia é mil vezes melhor do que a dele, mas estou estranhando.
– Ele queria, que eu te pedisse uma coisa, que eu não vou pedir.
– Eu tô meio perdido ainda.
– Então vai ficar.
– Ok.- ele disse, ela sorriu– Mas, você podia me dar uma explicação basica...
– Eu quero... me livrar de um fardo, que tenho desde a morte da minha mãe.
– Vai jogar o que no lixo?- perguntou Nico, Maresia riu
– Você pediu uma explicação basica, se eu for contar tudo, vamos ficar aqui até amanha.- disse Mari
– Eu tenho tempo.- disse Nico
– Eu não.
– Então me fale o ponto principal.- disse Nico
– Eu... fui amaldiçoada, não posso morrer, e também não posso gostar das pessoas, porque... se eu gostar... por causa da minha maldiçao... elas morrem, sem mais, nem menos.- disse Mari
– Oh, nossa, isso é, bem chato...
– É..., bom eu tenho que ir. Tchau Nico.
– Espera. pediu ele segurando o braço dela e então a beijou. Depois ela saiu correndo dali mais vermelha do que um pimentão, totalmente envergonhada.
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