A 7 Chaves
4 Capítulo 4 - Ai Meu Deus!
Notas iniciais
– Continuação -
Assustei, como assim? Perto? quão perto?
Anie on
Cheguei na sala e me sentei. Mal poderia esperar para ver a pessoa que eu estou completamente e absurdamente cheia de desejo. E então, a vejo entrando na sala e colocando suas coisas em cima da mesa! Olha de relance para mim e da um sorriso malicioso, "não abusa do meu controle!", ri ao ver o que havia pensado. E as únicas palavras que ele pronuncia é:
– Bom dia classe. — E o sinal toca.
Juliet on
Hoje a Je tava muito estranha, desligada. Pensava em coisas que eu daria tudo pra descobrir! Mais..O que será que aterrorizava ela dessa Maneira? Alguma coisa pior do que o "N"?
– Je, você ta bem? — disse em um tom preocupado.
– Não, vem acontecendo algumas coisas que não me deixam muito confortável. — Falou meio receosa.
– Quer falar sobre isso?
– Acho que sim, me encontra na árvore de sempre na hora do recreio. Não leve as meninas, preciso apenas de você. — Ela falou suplicando.
– Ok! Agora calma. — Tentei passar confiança.
O que ela tinha de tão importante pra falar que a Anie e a Kath não poderiam saber? nós sempre tivemos segredos entre nós duas mais, sinto que esse eu devo guardar bem.
As aulas passaram e chegou a hora do recreio. Não vi Kath e nem Anie então, segui para a árvore. Chegando lá encontrei Je sentada e aos prantos. Corri e a abraçei, ela me apertou forte contra si mesma e ficamos assim por 5 minutos eu acho. Então, quando ela me soltou, eu coloquei a cabeça dela no meu ombro.
– o que foi pequena? — Disse preocupada.
– Juli, desde hoje de manha, eu venho recebendo algumas mensagens, de um tal de "N" — nessa hora eu gelei. Porque estaria mechendo com Je também? — e ele diz saber todos os meus segredos...segredos que até mesmo você nem imagina. E eu estou com medo, muito medo. — ela disse deixando algumas lágrimas escaparem
– Ai meu deus. — olhei expantada e ela me encarou.
– O que foi?
– Eu também venho recebendo mensagens desse "N" — então ela se assustou.
Ambas estavamos se perguntando em mente "O que esse N quer?" e então nossos celulares apitam
"Eu estou de olho, sempre. Bem agora. Fiquem espertas, vádias! — N"
Olhamos uma pra outra! O que?
– Continua -
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