Notas iniciais
Obséquias: orações para acompanhar e homenagear os mortos

Ele surgiu no vilarejo sem aviso prévio. Os guardas assustaram-se ao vê-lo subindo o caminho sinuoso da passagem oculta entre as montanhas. Vestia roupas do mundo lá fora. Não disse palavra. Os olhos, uma noite de céu nublado.

Os líderes conduziram o teste. Seus olhos incendiaram. Era um Kuruta legítimo. Mas ali não nascera.

Deve ser filho daquele casal que deixou o vilarejo anos atrás... Onde estarão os genitores? Devemos prestar-lhes obséquias?

Por mais que perguntassem, o menino não respondia. Não acolheu nenhuma das mães. Vivia meio solto, como gato. Às vezes, quando fitava o céu, parecia sair do vilarejo.