7 Dias com Minha Melhor Amiga
4 3º Dia - E agora? Amor ou Amizade?
Notas iniciais
Sim sim, demoramos, etc e etc, mas importante é que o cap tá ai, no? :3
Bom capítulo.
Como reagir quando se tem uma garota super fofa apenas de camiseta regata e calcinha entre suas pernas, a observar certo volume alterado?
Jin se encontrava deitado na cama, apenas de cueca box, extremamente corado com a curiosidade ousada de Amy. A garota estava com o rosto levemente corado e em seus lábios rosados formavam-se um biquinho.
O coração do ruivinho pulou freneticamente em seu peito ao ver a face da menina se rebaixar até seu umbigo, e de repente, pode sentir a língua suave de a mesma percorrer sua barriga causando-lhe uma leve gastura, e suas mãozinhas curiosas brincava com o elástico de sua única peça de roupa restante; Seu membro pulsou pervertidamente em resposta, implorando por prazer.
O rosto fofo e corado da mais velha o excitava, tinha vontade de fazê-la sua ali mesmo, mas seu corpo não respondia.
A textura macia e suave da língua da menina fazia-o delirar, enquanto que sua mente mergulhava-se em pensamentos eróticos.
Num movimento súbito a cueca foi retirada, fazendo seu membro saltar e pulsar viril. Amy corou um pouco mais, mas logo se pôs a entrelaçar seus dedos na masculinidade do garoto, fazendo vários movimentos lentos e repetitivos.
Jin se sentia no céu... Era mil vezes melhor do que ele mesmo fazendo aquilo... Ofegava, teimando em conter seus sons prazerosos...
Porém... Aquela força toda em contê-los esvaiu-se quando sentiu a língua da garota recobrir a cabeça de sua masculinidade...
A textura deliciosa daquela língua o fazia se sentir no paraíso, suas mãos agarravam a colcha da cama com força, bagunçando-a.
Era maravilhoso demais para ser verdade... O garoto abrira os olhos incrédulo; Lamentou-se. Aquilo tudo não passara de um sonho.
Ainda se encontrava ofegante e sentia-se rijo... Com um sonho desses, era inevitável isso ocorrer.
Sorte que Amy havia dormido em outro quarto... Estava crente que havia gemido várias vezes. Ou não.
Levantara-se lentamente, fitando seu shorts. Estava mais rijo do que nunca, era até incômodo.
“Acho que... Tenho que me... Aliviar...”
Pensou ele. Porém...
Seu coração saltou, literalmente, pela boca, quando viu certos olhos cor-de-mel a encarar seu volume à beira da cama, sedentos pelo óbito da curiosidade.
– A-A-Amy!
O ruivinho pulou de susto, encolhendo-se num canto da cama. Era óbvio que a rosada já havia visto seu volume; Mas por via das dúvidas, o escondeu.
– O que? – A garota se sentou na beira da cama, inocente.
Jin estava envergonhado demais para falar algo decente... A encarava fixamente, engolindo a seco cada vez que se lembrava do sonho pervertido. Punia-se mentalmente por sonhar algo daquela escala com uma garota tão inocente.
– Eu tinha escutado gemidos... Pensei que estava tendo um pesadelo e vim correndo... Algo errado? – A rosada questionou preocupada.
– N-N-Não... E-Estou b-bem... O-Obrigado.
– Ahn... O que era... Aquele volume no seu short...?
Puts! Como a rosada conseguia ser tão inocente? Jin estava se matando mentalmente por não saber o que falar... Tinha que pensar em algo... Pensa, pensa...
– E-E-Erm.... E-E-Estou e-excitado... – O garoto corara muito. Não se sabia o que era mais vermelho; Seu cabelo ou seu rosto?
– Excitado?
– É-É...
– O que é isso?
“Droga... Como vou explicar isso? Até parece que ela não prestou atenção às aulas de Ciências...”
– É-É q-quando... N-Nossos hormônios s-sexuais c-começam a f-funcionar... F-Fazem o s-sangue ir p-para determinada p-p-parte do c-corpo... E e-ele f-fica a-assim...
– Entendi. E como faz para voltar ao normal? – A garota posicionou seus dedos no queixo de forma pensativa. Era fofa demais...
– T-Tenho q-que me... A-A-Aliviar... A-Acariciando... T-Tocando... E-Entre outras c-coisas... N-Naquela p-parte...
– Entendo...
A garota se movimentou levemente na beira da cama, se ajeitando. O ruivinho a encarava nervoso. O que ela queria perguntando tudo aquilo? Sua respiração estava mais descompassada que nunca... Não parava de pensar naquele sonho, e como havia sido real e bom.
O garoto sentiu o maior tranco no peito quando visualizou a mão da mais velha ir lentamente em direção ao seu short fino. Ele automaticamente se encolheu num canto da cama, envergonhado.
– Não quer..? – A menina disse um pouco frustrada.
Ele nunca havia imaginado que aquilo realmente aconteceria... A menina que amava estava querendo “aliviá-lo”? Fitou-a por um instante.
– ... D-Desculpa... V-Vergonha...
Jin se sentou novamente, de maneira que fizesse seu volume visível. Logo a mão da rosada começou a aproximar-se de seu short novamente, lentamente.
Arfou quando sentiu o primeiro toque em sua masculinidade, por mais que estivesse encoberto pelo tecido fino.
A menina o tocou delicadamente, e iniciou a acariciá-lo carinhosamente, em movimentos circulares... O ruivinho só pensava se o ocorrido no sonho seria verdadeiro na vida real...
Tombou seu corpo lentamente sobre o colchão, ainda mantendo seus orbes dourados centrados nos olhos castanhos da mais velha. Era inebriante, além de ser uma sensação deliciosa.
Não havia como comparar as sensações, de quando ele próprio fazia isso com Amy fazendo... Era milhões de vezes melhor a sensação que as mãos dela o proporcionavam.
Soltou um gemidinho curto quando notou que seu short ia sendo abaixado, timidamente... Ela iria mesmo aliviá-lo? Sentiu seu membro saltar, pulsante, para fora do short (Ele dormiu apenas de shorts, sem cueca).
A menina corou, porém, não hesitou em tocá-lo diretamente, resultando em mais gemidinhos por parte do mais novo.
Geralmente, a inocência de Amy anulava sinais de timidez e vergonha. Mas parecia que, de certa forma, ela se sentira envergonhada desta vez.
Sem demora, os dedos da mais velha entrelaçaram-se em sua masculinidade, causando suspiros e mais suspiros dos lábios entreabertos do ruivinho.
Os movimentos que ela iniciara-se a fazer era exatamente igual ao sonho... Cada detalhe que lembrava só deixava cada vez mais rijo e pulsante.
Ainda não estava acreditando; será que estava sonhando novamente?
Claro que não. Era real. Havia mesmo uma garota que ele amava muito o masturbando.
A mão subia e descia sobre o membro deixava a sensação similar a de uma penetração, enquanto o prepúcio acabara por acompanhar tais movimentos, causando uma sensação maravilhosa.
Jin apertava a colcha mais forte que nunca. Achava isso maravilhoso, até a garota recobrir a cabeça de seu membro com a boca, movimentando sua língua e o inundando com saliva.
Havia curiosidade em saber onde ela teria aprendido aquilo... Mas no momento não tinha tanta importância.
Seus sons prazerosos eram bem freqüentes; a garota chupava a ponta enquanto masturbava rapidamente. Uma sensação deliciosa lhe descia da barriga, à caminho de sua masculinidade excitada. Seu corpo se curvou automaticamente, e deu um ultimo gemido manhoso.
Foi o ápice.
Ofegava forte, fora delicioso.
Lá no fundo... Ele queria fazê-la sentir tão bem quanto ele se sentiu...
Levantou-se, um tanto já recuperado do delicioso ápice que teve.
A menina estava engolindo todo aquele líquido esbranquiçado que despejara em sua boca...
Jin corou intensamente novamente. Não estava acreditando... Mas não tinha tempo a perder... Queria fazê-la bem também.
– N-Não se sente... Estranha? – Perguntou o ruivinho ansioso.
– Meu estômago... Está revirando... Sei lá, acho que é gastura o nome disso. – Disse Amy, lambendo os lábios inocentemente.
O garoto não perdeu tempo, embora estivesse bem nervoso. Sentira o mesmo quando começara a ficar excitado. Levantou seu shorts, logo fazendo a mais velha se deitar e o mesmo ficou por cima.
Só teria que intensificar a sensação de excitação dela, certo? Igual aos hentais.
Encarava fundo os olhos dela, pensando o que fazer primeiro. Não podia beijá-la... Não sabia se ela queria o mesmo.
Dirigiu sua boca ao pescocinho delicado da menina, dando leves beijinhos e leves sucções na pele alva. Sentiu-a arrepiar. Era um bom sinal?
Continuou com os beijos de forma lenta, enquanto começava a alisar a cintura, subindo aos seios.
O semblante de Amy estava mais fofo que nunca; bochechas avermelhadas e olhar manhoso... Parecia tão indefesa...
Pressionou os seios com seus dedos levemente, fazendo-a dar um breve suspiro.
Aquela boquinha era tentadora demais para ele... Era realmente uma pena não poder beijá-la.
Foi descendo pelo pescoço aos beijinhos, até a cava da camiseta do pijama, abaixando uma de suas mãos até a barra da vestimenta, pousando ali, receoso.
– E-Eu... P-Posso...?
A maior assentiu timidamente e logo o garoto subiu sua mão até os vales macios da mesma, tocando-os curioso.
Os lábios avermelhados da rosada se entreabriram e suas sobrancelhas tremeram quando Jin recobriu um de seus seios com a mão, massageando-o. O ruivo podia sentir o quanto o coração dela estava acelerado; parecia não ter limites na rapidez e desespero dos batimentos.
Os suspiros dela tornavam-se mais fortes a cada segundo que ele se continha a acariciar aqueles montes. E para a surpresa dele, ela não estava usando sutiã, o que fazia com que seus mamilos rijos cutucassem a mão do garoto.
Jin estava mais corado que nunca; mas Amy continuava apenas com um leve tom rubro em suas bochechas aveludadas.
Tocou levemente o bico do seio, fazendo o corpo dela se estremecer. Uma sensação indescritivelmente sedutora atravessou os nervos como ela reagia a cada toque.
Passaram-se vários minutos torturando os peitos maravilhosamente macios e rapidamente pode sentir o esfregar das pernas da mais velha.
Os suspiros já estavam sedutoramente mais fortes, às vezes permitindo que um leve fio de voz escapasse entre a respiração pesada.
Os movimentos das lindas pernas dela iam se tornando cada vez mais intensos e freqüentes. O que havia ali? Não hesitou em abaixar uma das mãos para checar o local.
Esgueirou-se sob a virilha da rosada com seus dedos, até finalmente chegar aonde julgaria ser a intimidade; onde estava úmido. Esfregou levemente dois dedos ali, fazendo a garota se remexer. Ela estava gostando?
Os olhos dela perderam o foco e tombou levemente sua cabeça para o lado.
Havia se lembrado da ousadia de Amy em sua vez, mas não faria o mesmo. Porém, em compensação... Enfiou sua mão por dentro da calcinha, explorando cada canto com seus dedos... Aquele lugar era tão quente e curioso... A menina já liberava seus sons prazerosos sem demora.
Era composta por uma pele macia; com o aprofundar de seu dedo do meio, pôde notar uma fenda e uma protuberância pulsante. O corpo da garota se curvou levemente com o massagear da protuberância.
Jin havia aprendido em meio a todos os mangás e animes hentais que viu; aquele era o mais sensível ponto no corpo de uma mulher.
Quanto mais o massageava, mais os gemidos de Amy eram liberados... O suor também escorria por sua pele alva pervertidamente.
Deslizou seu dedo até a cavidade, adentrando lentamente. Ela automaticamente agarrou fortemente no pescoço dele, forçando-o a deitar sobre ela. Não demorou em começar a masturbá-la.
Era um lugar tão apertado e molhado... Em pouquíssimo tempo ia sentindo toda a intimidade se apertar ao redor de seu dedo, na medida em que Amy se remexia freneticamente e seus sons prazerosos estavam numa alta freqüência.
Seu corpo iniciou-se a ter várias convulsões leves. Um gemido rouco e manhoso esvaiu-se de sua garganta, seguido de várias contrações na cavidade... Seu dedo ficou um pouco mais molhado.
Fora o ápice da maior.
O aperto de seus braços no pescoço do ruivo se afrouxou, tornando a respiração calma.
Jin se levantou de cima dela lentamente, retirando a mão dali. Deitou-se ao lado dela na cama, fechando os olhos por alguns minutos... Estava cansado, mas fora delicioso... Nada mais gratificante que ouvir os gemidos de prazer da amada... Quando abriu os olhos, espantou-se.... Ela respirava de forma tão calma... Parecia um anjo... E provavelmente havia pegado no sono... Aquela boquinha ainda o tentava...
Levantou-se, balançando a cabeça para espantar alguns devaneios.
Deixou-a dormindo... Tinha que adiantar o café e tomar um banho... Estava se sentindo molhado pelo suor e melecado de sua essência.
As coisas com certeza não seriam mais as mesmas a partir daquele fato. Isso o deixava um tanto preocupado, pois agora tudo estaria dividido entre amizade e amor; ou era uma coisa, ou outra. Estava nervoso em pensar qual momento seria o certo de revelar seus sentimentos para ela. Não havia mais escapatória.
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