50 tons Para Sempre
19 Capitulo XIX– Desejos
Notas iniciais
Pov Christian
Eu sou uma bola de fogo que queima em desejo por esta linda mulher. Fico olhando para seus lindos olhos azuis com fervor. Inclino-me e a beijo com firmeza e lentidão somente no início, pois meu beijo torna-se expectante e exigente.
Quando eu a solto seu desejo está correndo solto, acaricio seu rosto, seus lábios e seu pescoço completamente tomado pelo desejo borbulhando dentro de mim. Encontro-me sussurrando:
— Você tem alguma ideia do quanto eu quero fazer amor com você? – me inclino e beijo seu queixo, lábios, e pescoço enquanto ela fecha os olhos em êxtase. Eu puxo seu vestido e tiro-a dela. Ela está de pé diante de mim em um sutiã rendado rosa claro é uma calcinha da mesma cor, sua pele continua tão pálida e tão perfeita como dar primeira vez que a vi, com a imagem ainda mais bela, inocente e sedutora, eu quero beijar e tocar cada centímetro dela. Quando faço minhas intenções claras para ela, ela abre os olhos e olha para mim tímida, arregalando os olhos, e respirando profundamente.
Corro meus dedos por seus cabelos, acaricio seu rosto com as pontas dos meus dedos sentindo que aquela sensação de choque continua entre nós mesmo depois de tanto tempo. A atração é inevitável. Eu não posso evitar e seguro sua cabeça firme em minhas mãos e beijo-a apaixonadamente, exigentemente. Forçando seus lábios a ser separar para a invasão da minha língua em sua boca. Sua língua tímida finalmente reconhece e corresponde a minha em nossa dança.
Eu gemo com paixão. Aperto-a com força.
Minha mão percorre a parte de baixo de suas costas empurrando-a para perto do meu corpo esperando-a se fundir a mim. Exploro seu traseiro apertando-o quando ela dá um gemido mostrando gostar da carícia. Minha ereção está cheia, e está tentando empurrar seu caminho para fora da calça.
Eu me inclino para beijá-la novamente, ela geme em minha boca, segurando e apertando meus braços. Suas mãos se movem para o meu cabelo puxando-me e surpreendentemente e como se ela se lembrasse de mim suas mãos se movem para o meu rosto me explorando, me reconhecendo de alguma forma. Espera está me matando e eu faço a minha decisão de seguir em frente. Eu empurro-a para a cama. Eu olho para seu belo corpo, movo meus dedos sobre seu tronco, sua cintura, e apenas caio de joelhos agarrando seus quadris firmando-a e movo a minha língua dos seus lábios até o seu umbigo. Nesse momento ela dá um audível gemido. Meus lábios se movem para cima e para baixo e para os lados viajando habilmente mordiscando, fazendo-a se contorcer.
As mãos dela mudam para o meu cabelo puxando-o com força. É incrivelmente como ela responder a mim. Meu olhar não a deixa. As vezes ela fecha os olhos rolando a cabeça para trás com um excesso de prazer que me incendeia
As palavras me escapam. — Minha doce Anastásia, você é tão linda. – Eu digo, entre os meus beijos que vão até sua barriga, seu tronco e até seu peito. Ela está ardendo de desejo, puxo uma das alças do sutiã para baixo. Seu peito brota, ela ergue sua cabeça sob meu olhar e eu encaixo minha mão em seu seio. Eu puxo a outra alça e seu seio enrijece formando um lindo monte. Minhas mãos massageia seus seios enquanto estamos ambos perdidos em êxtase, os mamilos endurecem sob meus dedos. Eu inclino a minha cabeça e minha língua sobre um de seus seios em seguida, sopro levemente sobre ele. O mamilo responde endurecendo. Meu polegar puxa o outro mamilo. Quero fazer ela gozar assim, como em nossa primeira vez, ela está sem fôlego, e sem palavras.
Sua reação é suficiente para desfazer-me. Meus dedos e língua trabalhando habilmente sobre seus mamilos, sugando e amassando e massageando.
Ela está arqueando as costas de prazer, e fala: — Christian, Por favor, Christian... – Ela geme.
— Deixe vim, baby, goze para mim! Vamos lá! – Murmuro enquanto fecho os meus dentes em torno de seu mamilo e chupo com força, com o meu polegar e o indicador agarro o outro mamilo amassando, ela desaba sob meus dedos e língua enquanto ondulações de seu orgasmo fluem através de seu corpo, movo meus lábios e beijo-a forte e profundamente, seus gemidos perdidos na minha boca. Ana sempre foi muito sensível ao meu toque – agradeço que isso não tenha mudando — Minhas mãos viajam para a cintura e tronco, e através de seus seios. Minha mão viaja para baixo e ao redor de sua calcinha rendada, meus dedos rasgam o delicado tecido em um movimento rápido. Meu indicador e o dedo médio encontram seu caminho dentro dela e a palma da minha mão cobre o clitóris dando prazer a ela. Ela está tão molhada e pronta, puxo a calcinha rasgada fora de sua cintura, tiro meu jeans e cuecas fora deixando minha ereção à mostra. A visão faz com que seus olhos arregalem – sorriu por sua reação – Meus dedos se movem dentro dela sentindo sua umidade me fazendo querer ficar dentro dela.
— Você está incrivelmente molhada Ana! Oh Deus! Eu quero estar dentro de você agora! — Seus olhos estão desejosos e assustados com o tamanho da minha ereção – tem coisas que simplesmente não mudam – sorriu
— Sua mente pode não se lembrar de mim Ana mais seu corpo sim – ela me dar um olhar de compreensão, porem de alguma forma necessito de sua permissão. Eu a quero, eu quero que ela me queira.
— Tem certeza Ana? Você quer fazer isso? posso espera até sua memória volta até ou te você ter certeza?
— Sim Christian. Por favor. Eu quero, eu quero muito...– Diz ela causando a minha perdição —não quero espera minha memória voltar, quero construir novas memorias com você, Por favor não me faça espera – faço um sinal concordado fechei as mãos nas laterais do corpo de Ana e sussurrei — Eu preciso de você. Muito
—Eu te amo Anastácia — falei, e meus olhos se encheram de lágrimas — Eu te amo demais
Levantei minha cabeça e cobri sua boca com um beijo temperado pelo gosto das minhas lágrimas. Meus lábios se movimentavam desesperadamente contra os dela, como se Ana fosse desaparecer a qualquer momento e eu não tivesse tempo para senti-la por inteiro
— Por favor — ela sussurrou, juntando os dedos em minha cabeça para agarra meus cabelos. Minha ereção estava solida e quente e contra os lábios do seu sexo, exercendo a pressão perfeita sobre o seu clitóris trêmulo. — Não para
Apertei sua bunda com a mão e me suspendi com o seu movimento de quadril. Prendi a respiração ao sentir o prazer se espalhando pelo meu corpo, seus mamilos estavam enrijecidos os esfreguei contra meu peito nu. O roçar de leve de meus pouco pelo na sua pele era um estímulo quase insuportável para ela.
Suas unhas arranhavam minhas costas dos ombros até os quadris arquei meu corpo diante daquela carícia mais brusca e soltou um grunhido, jogado a cabeça para trás e mostrando a ela que estava entregue ao prazer.
Ela era minha novamente assim como sempre fui dela.
Pov Ana
Christian abaixou a cabeça e abocanhou meu mamilo com os lábios. Sua boca era quente e ardente, e sua língua aveludada se esfregava contra a minha pele que estava muito sensível. Quando seus dentes agarraram a pontinha do meu mamilo, eu dei um grito bem alto, sentindo meu corpo inteiro se contrair agarrei seus cabelos dele com força. Estava tomada demais pelo desejo para ser carinhosa. Minhas pernas o envolveram em um aperto desesperado, que ecoava meu desejo de tê-lo para mim. De ser dele. Fazer com que voltasse a ser meu e eu dele.
— Christian — eu gemi. Minhas têmporas estavam lavadas de lágrimas, e eu sentia um tremendo nó na garganta.
— Estou aqui, baby — ele sussurrou, passando a língua pelo meu colo até chegar ao outro seio.
— Não tente resistir. Me deixe amar você.
Meus seios estavam contraídos, meu sexo estava inchado e molhado. Minhas mãos percorriam incansavelmente seu corpo enquanto eu o prendia entre minhas pernas. Ainda assim, ele conseguiu escapar do meu abraço, percorrendo o meu corpo enquanto dizia palavras tentadoras junto à minha barriga.
— Senti tanto a sua falta...preciso de você... quero você agora — Ele ficou de joelhos, abriu minhas pernas com as coxas dele e se deitou sobre mim, com seu pau grande e duro. Tudo dentro de mim se comprimiu de tesão. Seu corpo grande e pesado era inteiro revestido por músculos firmes como rochas, e sua pele brilhava de suor. Ele me penetrou lentamente, com o auxílio da lubrificação proporcionada por meu gozo, meu sexo escorregou por ele até que chegasse ao limite do meu corpo. Eu cravei as unhas em seus músculos, lutando para respirar mesmo com a boca aberta, Eu gemi diante da sensação dolorida mais tão familiar de tê-lo profundamente dentro de mim. Nesse momento o instinto tomou conta, e meus quadris começaram a se remexer involuntariamente, minhas coxas se contraíam e relaxavam e eu não me permitir a pensar em nada além de desfrutar daquele momento, de tomar posse do homem que desde do momento que abrir os olhos se tornou o dono do meu coração.
Aos poucos, meu ventre ia pulsando novamente, era a sensação de que outro orgasmo estava próximo.
— Por favor — eu sussurrei, quase sem fôlego. — Por favor, Christian — ele me agarrou pela cintura deitado sobre mim, ele me imobilizou e me penetrou... de novo e de novo... atacando o meu sexo com estocadas poderosas. O atrito do seu pau entrando e saindo sem parar foi demais para mim. Eu me contorci gozei mais uma vez, cravando as unhas nas laterais de seu corpo. Estremecendo, Christian também gozou e me abraçou com força até que eu mal conseguisse respirar. Sua respiração estava acelerada,
Eu estava absolutamente sem defesa, completamente entregue a ele.
O abracei com força. Comecei a sentir medo de perdê-lo.
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