50 tons Para Sempre
22 CAPITULO XXI– Momentos II
Notas iniciais
A ilha era de certo modo era nosso mundo, apenas Anastásia, Teddy e eu, não tínhamos quem fizesse a nossa comida, quem lavasse nossa roupa, quem limpasse, estamos sempre rindo, brincando ou brigando, estávamos em nossa redoma de vidro, mas como tudo que é bom dura pouco, voltamos ao mundo real, onde eu trabalhava, o Teddy estudava e a Anastásia voltaria ao tratamento, enfim estaríamos seguindo a vida.
— Enfim os fujões apareceram – Kate fala assim que entramos no apartamento
— Oi Kate é bom ver você também – Ana diz a abraçado
— Tudo bem Ana? – Pergunta Kate
—Sim, muito bem – Ana ruboriza ao falar – Porque não estaria?
— Por nada, depois falamos a sós ok?
—Tudo bem – Ana confirma com um lindo sorriso, eu fico apreensivo o que será que Kate que fala com ela? Por um momento fico perdido em meus pensamentos, porem sorriso de Ana chama a minha atenção, Elliot a esta girando.
— Elliot largue minha mulher e pegue a sua – digo fingindo esta com raiva
— Claro maninho, só estava com saudades dela — diz a colocado no chão.
— Sei que sim – assim que chego perto dele, me puxa e me abraça.
— Estava preocupado com você Christian, muito preocupado.
— Estamos bem Elliot – digo tentado tranquilizá-lo
— Reunião de Família? – Chega Mia com Ethan – que bom que voltaram – me abraça e depois a Ana — cadê meu pequeno?
— Aqui Titia lindaaaaaaa –Teddy grita e corre assim que ver Mia
— Oi amor como foi na ilha – a cara que Teddy faz é impagável
— Tia era segredo – fala bem baixinho
— Desculpa amor esqueci – todos riram, ele nunca consegue guarda segredo.
Os dias passam, Ana aos poucos vai criando uma rotina, além das consultas com Dr. Flynn, leva e pegar o Teddy no colégio, e começou a ir a editora aos poucos vai retornado sua vida e consequentemente as nossa também, a vida não poderia esta melhor.
Pov Ana
A vida é boa, estou feliz, meu filho esta feliz e Christian também, como Kate me disse assim que chegamos de viagem, as peças estão começado a encaixarem em seus devidos lugares, começo a rir lembrado das perguntam intimas delas, confesso que fico envergonhada, mas não poderia fazer nada afinal era Kate que estava ali e não iria sairia ilesa de sua maratona de perguntas afiadas, paro em um sinal vermelho e acabo por lembra da briga que tiver com Christian para eu que pudesse dirigir.
— Temos motorista para isso Ana – ele fala exacerbado.
— Gosto de dirigi e vou — retruco
— Ah mais não vai mesmo – sua voz já esta alterada
— Claro que vou – falo no mesmo tom
— Porra Ana – ele grita — será que pelo menos uma vez você poderia me escuta?
— Claro que sim, mais eu vou voltar a dirigir, quero poder pegar o Teddy na escola e depois sair com ele, enquanto você esta trabalhando, quero poder ir à editora quando me der vontade, já que fiz uma vontade sua de não ir todos os dias e sim aos poucos, e sinceramente gostaria que fizesse a minha vontade agora — acredito que o toquei de alguma forma.
— Ok Ana, você venceu – ele sai me deixado sozinha
Algum tempo depois entro no escritório de Christian e mostro uma pulseira que encontrei no porta joias
— Me fale sobre essa pulseira? — ele me olha intrigado, tento não demostra nada, pega a pulseira da minha mão e começa a falar mostrado cada pingente.
— É uma pulseira com pingentes, a Torre Eiffel e o táxi preto de Londres representa nossa lua de mel, o helicóptero e o Charlie Tango, o planador e o Catamarã representam nossos primeiros encontros, a cama e o sorvete nossa primeira vez – sua voz é um sussurro ao final da explicação.
— Simplesmente perfeito – leio o cartão que encontrei –
"Por todas as nossas primeiras vezes, no seu primeiro aniversario
como minha amada esposa.
Amo você
Bj.
C."
Assim que termino de ler suspiro para mostra mais claro meu ponto de vista para ele, mesmo que minha voz esteja carregada de emoção
— Me dar à chance para que eu possa retorna minha vida, para que possa ter mais primeiras vezes com você, e também comigo, eu preciso disso, por favor, eu preciso de pelo menos um pouquinho de liberdade, já que ela foi tirada de – faço um gesto apontado para nos dois– nós por três anos — assim que termino Christian me pegar no colo e falar
— Você sempre foi uma boa negociadora, por isso me casei com você – diz me beijado.
— Pensei que fosse pela comida – digo rindo
— Isso também, mais sua boca sempre chamou mais minha atenção — fizemos amo no seu escritório naquele dia e simplesmente foi perfeito.
Saio de minhas lembranças com o barulho de buzinas, sigo meu caminho, quero fazer uma surpresa para o Christian no escritório, paro novamente em um cruzamento no sinal vermelho, estou quase perto do GEH, assim que o sinal fica verde novamente sigo meu caminho, mais um caminhão cruza o sinal e vem em minha direção e não tenho tempo para pensar quando meu carro é atingido em cheio.
Continua...
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