50 tons Para Sempre

12 CAPITULO XII– TUDO DE NOVO – parte II


Notas iniciais
Olá, como estão? Bom Dia pessoas lindas, obrigada pelos comentários e espero que continuem gostando (; Leitoras novas, sejam bem-vindas e comentem, por favor. Geeente, vocês tem que me dizer se vocês estão gostando do rumo da fanfic e eu adoraria sugestões do que vocês gostariam que acontecesse na vida deles. É muito legal quando os leitores interagem e dão sugestões. Eu adoro isso *-* Enfim, próxima atualização, no final de semana. Beijos ;*

Continuação do capítulo anterior

— o. que. Houve. – balbucio devagar – com. O. amor. – ele levantar a cabeça e arregala seus grandes olhos para mim, levanta e ficar bem próximo do meu rosto

— você falou? – pergunta baixinho

— sim – digo com uma voz rouca, ele sorri e me fita por alguns segundos

— quer sabe o fim da história mamãe? – ele me chamou de mamãe, acho que entendi errado porque ele fala muito baixinho

—sim – ele olha e pensa e começa a conta a historia

— Então passou um barquinho, onde estava um velhinho, ele falou assim — Sobe, amor que eu te levo, o amor ficou tão, tão mais tãoooo – ele engue os braços eu sorrio para ele — de feliz que esqueceu de perguntar o nome do velhinho – ele faz uma carinha triste- chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria: — Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui? Ela falou: — O tempo. — O tempo? – ele faz uma carinha de quem tá confuso, sorrio — Mas, por que só o tempo me trouxe aqui? A sabedoria fala- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.

— Fim – ele fala alto e sorri – agora é hora de dormir – ele beija minhas buchecha e volta a posição que estava antes, passou meus braço em seu corpinho e o abraço e nos dois acabamos dormido.

Pov Christian

Não conseguia fica mais longe de Teddy, resolvi pegar ele na casa dos meus pais – o que deixou Mia triste, ela era muito apegada ao Teddy — e leva-lo para casa, ao longo do caminho ele não parava de perguntar da mãe dizia que estava com saudades dela, quando Teddy falou isso me recordei da primeira vez que ele falou, ele tinha 11 meses e sua primeira palavrinha foi mama, nos dois estávamos no quarto de Ana ele se aconchegou no colo de Ana e falou mama, fiquei pasmo e feliz por ele tão pequenino já pode amar a mãe. Desde que aprendeu engatinhar Teddy sempre ia ao quarto da mãe, ao longo do seu crescimento ele aprendeu a ‘escala’ a cama da Ana e sempre que não o encontrávamos ele podíamos ir ao quarto da Ana que lá estava ele deitado com ela, era incrível a ligação que ele tinha com a mãe. Vou ao quarto de Teddy para verifica-lo e como eu esperava ele não estava lá – um sorriso vem ao meu rosto – me dirijo ao quarto de Anastácia e me deparo com a cena mais linda do mundo, Ana estar abraçada Teddy é os dois estão dormido, após me refazer me dirijo a gaveta que possui uma câmera e com muito cuidado tirou uma foto, depois com muito cuidado retiro os braços de Ana de Teddy e o levo para seu quarto. Não diferente das outras noites vou para o piano.

Pov Ana

Ouço ao longe uma melodia triste, acordo assustada tento ajustar meus olhos a escuridão e me recordo do menininho procuro por ele mais não estar mais aqui — para onde será que ele foi? – tiro a coberta, não me recordo de ter me coberto, levanto com cuidado firmo meus pés no chão e lentamente vou andando, agradeço a Deus que a porta está entreaberta saio me apoiado a parede, o som da música e mais forte agora, sigo pelo corredor algumas portas eu conheço são onde eu faço os exercícios para minha recuperação, sigo me apoiando na parede até chegar em uma escada que estar protegida por uma espécie de barreira, acredito que seja para que o menininho não passe, com muito esforço consigo destrava a proteção e começo a descer a escada um passo de cada vez mais minha pernas falham e eu me desequilibro e caio.

Continua....

Notas finais
ai meu Deus coitadinha da Ana no próximo capitulo teremos finalmente Christian e Ana Comentem