50 Tons De Fascínio

19 Capítulo 19 - Ponto de vista de Paul Veron -


Notas iniciais
Paul Veron queria Anastácia como sua, mas ignorava completamente a existência de Cristian. O que ele vai fazer agora que descobriu que ela tem um Dom?

19 – Ponto de vista de Paul Veron –

A primeira vez que vi Anastácia foi há cinco meses atrás. Estava no aeroporto de Geórgia e vi aquela mulher de olhos azuis e pele pálida caminhando em minha direção. Ela estava de cabeça baixa, passou por mim e não me viu. Fiquei alucinado por ela, parecia uma deusa. Grande foi a minha surpresa quando descobri que ela era uma das donas da rede de hotéis que estava interessado em adquirir.

Geralmente não me impressiono com uma mulher. Mas ela era tão bonita, inocentemente sedutora. Fiquei admirando Anastácia, esse era o seu nome e quando resolvi procurá-la, ela tinha ido embora.

Por ser rico e ter uma vida voltada somente para o trabalho, nunca tinha me aprofundado em um relacionamento sério. Eu era um dominador e esse fato exigia mulheres que estivessem dispostas a viver este estilo de vida comigo.

Pedi meu advogado que conversasse com a outra sócia do hotel e soldasse se ela estava disposta a vender sua parte e ela se mostrou animada. Então seria assim que chegaria até o coração de Anastácia. Seria seu sócio e mais tarde seu dominador, seu homem!

O negócio demorou um pouco para ser concluído. Carla, a mãe de Anastácia, não queria assinar antes de conversar com sua filha, mas Anastácia estava concluindo os estudos e não conseguia visitar sua mãe.

Então Carla assinou os papéis da venda sem avisar Anastácia e alguns dias atrás recebi o telefone de Carla avisando que Anastácia viria até Geórgia e marquei um almoço no hotel.

Não aguentei esperar e troquei o almoço pelo café da manhã, mandei flores para Anastácia com um cartão, exigindo sua presença no café da manhã.

Quando Anastácia chegou, ela estava linda e a minha vontade era de possuí-la ali mesmo, sobre a mesa do restaurante. Rasgar aquele vestindo lindo e acariciar toda sua pele macia.

Ela estava desconfortável e isso fazia com que ela mexesse nervosamente em seu pescoço e notei a coleira de ouro com duas pequenas letras em diamante. Eu me enfureci na mesma hora, ela era Sub de alguém? O ódio invadiu todo meu ser e coloquei todas as cartas na mesa, perguntei quem era o seu Dom, ela surpreendeu-se e ficou envergonhada, percebi que ela era submissa a pouco tempo, talvez alguns poucos meses. Ela mudou de assunto e ficou na defensiva, eu disse que a queria como minha, que ela se livrasse do seu Dom.

Ela fugiu do restaurante e foi se refugiar no quarto, não resisti e fui atrás dela. Bati na porta do quarto e ela abriu, pulei em seus lábios, beijando-a e ela correspondeu surpresa. Depois se afastou de mim, confusa. Sorri e avisei que estaria esperando por ela.

Nunca perdi uma guerra e essa não seria a primeira. Eu teria Anastácia, daria qualquer coisa para sentir seus lábios de mel novamente nos meus. Se os lábios eram assim, imagina seu corpo, seu sexo!