Notas iniciais
Vegeta Gaylor finalmente se casa com Bulma Briefs, nossa mocinha pra lá de olhuda que claro, estava tentando aparentar
desprendimento da fortuna mega blaster do Vegeta.

E a leva para a tão sonhada lua de mel, mas Vegeta ainda está testando Bulma pra ver se ela está apta a tomar conta da chave de seu Audi.
Conflitos, mal entendidos e muitas situações periclitantes acontecem nessa Fanfic. Preparem seus corações, pois Bulma mostra a que veio, e Vegeta vem com tudo pra cima da moçoila super interesseira. Ou não?

5o Tons de casamento



O casamento com Vegeta Gaylor havia sido o momento mais precioso da minha vida. Se não tivesse transcorrido com alguns tons de pieguice pura.

Vegeta estava eufórico e emocionado, bem mais até mesmo do que eu. Mas quero crer que muito de minha dureza emocional tenha sido resultado de uma maquiagem massa plástica utilizada para ocultar alguns pequenos detalhes do meu rosto.(Sabe comé né? acne e tudo mais)

Eu sabia que a família de Vegeta havia preparado uma mega festa e até a hora da minha entrada triunfal, acabei esbarrando com o psiquiatra de Vegeta, o Dr. Make gero.

— Olá, Srta. Bulma. Vejo que está pronta... nervosa? — perguntou com a sobrancelha arqueada.

— Não. Na verdade tomei algumas doses de tequila antes de sair de casa. — eu disse meio embaraçada. Um soluço varreu meu corpo e mal pude me conter de cambalear.

— Você está embriagada? — ele perguntou. — Será que você precisa necessariamente estar fora de si para se casar com Vegeta? Esse é um fato que deveríamos avaliar em meu consultório.

— Naaaa... tá zuzu... ic... bem... — falei.

A mãe de Vegeta veio meio afobada para o meu lado, junto com a Chichi. As duas me deram alguns tabefes em meu rosto para acordar da chapação. Minha mocreia interior ficou frenética achando que poderia ser uma sessão com Vegeta no quarto da dormência, mas percebeu que as mãos que me tocavam eram femininas e resolveu dormir de novo.

— Ai... tudo bem... já acordei. — Falei para minha futura sogra querida.

O casamento correu às mil maravilhas. Vegeta estava com um traje lindo de um típico lorde inglês, do período da regência. Percebi que ele realmente curtia esse lance de babados e afins.

Minhas amigas do apê estavam todas lá, Chichi, N- 18,Maya, Lores,Caira,Nana,LadyR, e estavam desputando a tapas o irmão cacula do Vegeta, o Tarble que era um gatinho, mais no fundo bem no fundo eu sabia que elas queriam mesmo o Vegeta.

A cerimônia transcorreu num período ínfimo de duas horas e meia, mais três horas de festa, até que, finalmente, fomos para nossa lua de mel.

Vegeta manteve todo o itinerário em segredo. Para evitar que eu acabasse descobrindo o paradeiro, ele me deu 50 gotas de dramin B6, mais uma dose cavalar de valium. Dessa forma, só acordei dois dias depois, mas pelo menos já havíamos chegado ao destino.

Como eu estava apagada totalmente, sequer vi todo o trajeto. Só sei que quando acordei estava deitada numa cama, suando como um porco indo para o abatedouro.

Abri meus olhos e me deparei com um buraco no teto. Puta merda! Que raio de lugar é esse?

— Vegeta? — chamei nervosa.

Sim

, querida. Estou aqui fora. — ouvi sua voz e me levantei. Meus cabelos estavam apregados na nuca, embaraçado de maneira sinistra e minha pele estava quente. Além deste detalhe, percebi um monte de picadas de muriçoca em minha pele frágil.

— Onde estamos? — perguntei receosa.

— Em uma ilha. — ele falou calmo, mas eu ainda não tinha identificado seu paradeiro.

Merda. Eu odiava ilhas. Porque elas nos davam a sensação de isolamento absoluto da civilização.

— Achei que iríamos para Paris. — sondei.

— Não. Preferi ter você só para mim. Dispensei os empregados, os seguranças e estamos aqui sozinhos até segunda ordem. — ele disse e pulou de uma árvore, quase me matando de susto.

— Uau... você me assustou. — falei com a mão no coração para acalmar meus batimentos.

— Querida Bulminha... como você se assusta fácil. — ele disse e me deu um beijo suave em meus lábios ressecados.

— Certo... que lugar é esse? — perguntei de novo.

Quando ele me levou pela mão para caminharmos um pouco, me mostrou que estávamos no alto de uma colina, no meio do nada, e mais abaixo o mar em seu esplendor. Estávamos cercados por uma vegetação densa e cheia de ruídos e sons estranhos, típicos de filmes de terror que se passam em... Florestas. Puta merda! sera que casei com o Tarzan???