4.00 Am

5 Demons, they follow me.


Notas iniciais
Então, depois de mil anos eu finalmente vou atualizar essa bosta HAHAHA. Queria agradecer MUITO a Duda Fanty, que vem me incentivado e me enchido o saco pra postar haha, obrigada Duda ♥. E queria agradecer a quem lê também, então, ta ai mais um cap. c:

POVs Ally

Já havia se passado uma semana desde que tudo tinha acontecido. Meu aniversário, eu e o Zacky, eu na casa da Val... Desde lá, tudo tinha ocorrido bem, fora as vezes que a Gena apareceu na casa da Val dizendo que ia me matar. Eu estava vendo um filme com Zacky, Matt, Val e Mich, que estava toda minha amiguinha ultimamente, quando o telefone da casa de Valary toca.

- Mich, atende? – Valary pediu. Michelle bufou e levantou da poltrona para atender ao telefone.

- Alô? Hm, só um instante. Val é a Lacey, e ela está gritando coisas inteligíveis no telefone. Acho que é pra você. – ela entregou o telefone pra Val e disparou pro seu quarto.

- Oi. – silêncio – Calma, Lacey, fala devagar. – a expressão de Val estava ficando meio desesperada. – Calma, eu vou pensar em alguma coisa. – desligou.

- O quê? – virei-me para Val.

- A mãe de Lacey achou um pacote de pó no bolso da calça de Johnny.

- Caralho, mas como? – Matt falou. Agora, todos nós prestávamos atenção.

- É meio engraçado... Não, não é. Os idiotas saíram ontem, e foram pra casa dela, bêbados. Ai o Johnny subiu tirando as roupas, a calça dele ficou na sala, a mãe da Lacey pegou a calça e aí achou o pacote. Pelo menos foi isso que eu entendi.

- Johnny burro – ouvi Zacky murmurar.

- Ta, e aí...? – eu disse, incentivando-a a continuar.

- E aí que agora Lacey está trancada a sete chaves em casa, proibida de ver Johnny e qualquer um de nós.

- A gente tira nossas bundas desse sofá e vai pegar ela! – eu disse. Parecia tão fácil.

- Ta, gênia, onde ela vai ficar? – Matt perguntou.

- Casa do Johnny? – eu disse.- E os pais dele? – Matt perguntou.

- Ta. Casa da Val? – eu perguntei, ao mesmo tempo pedindo pra Valary um lar pra Lacey.

- Não dá Alicia. A mãe da Lacey me conhece, sabe onde eu moro. Provavelmente, minha casa seria o primeiro lugar que ela procuraria.

- Gordo, tu é a única solução.

- Hã? – Zacky disse, mergulhado no balde de pipoca.

- Zacko, a tua casa é a única que dá pra Lacey ficar. – eu disse mesmo não gostando nem um pouco da idéia.

- Dá?

- É o jeito.

- Caralho esqueceu que todo mundo aqui é amigo de infância, e uma mãe conhece a outra, e que todas as mães conhecem a cada um de nós?

- Mas ninguém conhece a Leana, certo? – eu disse, sorrindo, já puxando meu celular e discando o número de Jimmy.

POVs Jimmy

Eu estava sonhando com alguma coisa relacionada a... Patos? Quando meu telefone tocou. Ah, maravilha, nem dormir até as quatro da tarde nas minhas férias eu podia. Puxei o telefone, e de olhos fechados, atendi.

- Que é porra? – nem me incomodei de saber quem era.

- Oh, baixa a guarda, girafa – Alicia.

- Porra baixinha, eu tava dormindo, depois tu me liga. – desliguei.

Depois de cinco segundos, o telefone voltou a tocar, me irritando ainda mais. Por favor, fizesse qualquer coisa, menos me acordar.

- Jimmy, é sério, me escuta. – Ally insistiu.

- Espero que seja mesmo sério pra você me acordar do meu sono de beleza.

- Há-há, muito engraçado você. – Alicia suspirou. – Ta legal, Jimmy, escuta. – ela me contou uma história engraçadinha sobre a mãe de Lacey ter achado pó nas calças do Johnny.

- Caralho tinha que ser o Johnny! – eu gargalhei.

- Porra, Jimmy, para de palhaçada e me escuta!

- Ta, ogrinha, to ouvindo.

- Lacey ta proibida de sair de casa. Proibida de ver o Johnny, e pior, proibida de ver cada um de nós. Pfff. – ela bufou – Como se a gente tivesse culpa da lerdice do Johnny. Mas enfim, somos amigos, certo? Então, o problema de um é o problema de todos...

- Para de enrolar e me diz onde eu entro nessa história.

- Bom, o plano era ir resgatar a Lacey na casa dela. Mas... Não tem onde ela ficar.

- Claro, a mãe dela conhece todo mundo – dãa.

- E é aqui que você entra cara. – perguntei que merda que eu a ter que fazer, e ela me explicou:

- Jimmy desculpa, mas a Leana vai ter que ajudar.

POVs Ally

- Desculpa Alicia – ih, porra. Quando o Jimmy me chamava de Alicia, o negócio tava sério. – Não vou meter a Leana nas nossas cagadas. Eu ajudo a resgatar a Lacey, até fujo com ela pra África, mas não vou meter a Lea nisso.

- Jimmy, a gente vai salvar a vida da Lacey, não vai roubar o Banco Central. – drama Queen. – Presta atenção: Leana é a única de nós que a mãe da Lacey não conhece. Nem que seja só pra Lacey ficar na casa da Leana por uns tempos, até eu e Val conversarmos com a mãe dela pra acalmar os nervos. – Gente, o Johnny usava pó, não contrabandeava órgãos.

- Ta, tudo bem. Mas por favor, na hora do resgate ela permanece em casa.

- Relaxa, Jimmy, ninguém vai por em risco a sua princesinha. – cara, como eu era ciumenta. O fato de o Jimmy estar namorando ainda era estanho pra mim. Nenhuma menina nunca tinha interessado a ele, e ele era meu conselheiro particular, a pessoa que mais me ouvia, depois do Zacky.

- Cala a boca, Ally – ele soltou uma risada.

- Liga pra ela. Ta todo mundo na casa da Val, vem pra cá. – desliguei.

- E aí? – Matt me perguntou.

- Ele vai falar com – voz fininha – a Lea linda do meu coração. Depois eles vem pra cá. Pelo menos foi isso que eu o mandei fazer.

Vinte minutos depois, a campainha toca. Matt correu pra abrir a porta, e Jimmy veio logo falando:

- Já disse que a Lea vai “fornecer” apenas um lar temporário pra Lacey, nada mais. – virou-se para Leana – Não quero você metida em confusões.

- Relaxa, Jimmy – disse Leana, revirando os olhos. – Se precisar de mim no resgate, pode contar comigo. Eu ajudo no que for preciso. – rapaz, mas eu estava começando a gostar daquela menina.

- Negativo. – disse Jimmy, e pude ver que ele estava tenso. Que frescura no cu, mano.

- E seus pais, Leana? – Zacky perguntou. – Quero dizer, quando a Lacey for pra sua casa, qual vai ser a explicação?

- Ah, já falei com meus pais, e os dois acham que ela é uma amiga minha que veio passar as férias na Califórnia. – silêncio. – Ta, tudo bem. Qual é o plano?

Bolamos um plano mais do que óbvio: íamos ligar pra Lacey, ela ia se organizar, íamos pega-la na casa dela, ela pulava a janela do quarto, íamos embora e depois, eu e Val íamos tentar conversar com a mãe dela.

- Tudo bem – Val suspirou –, agora vou tentar ligar pra Lacey.

Ouvimos uma breve conversa de Valary com alguém que obviamente não era Lacey. Ai eu comecei a ficar agoniada. Val desligou.

- Tenho uma ótima notícia pra vocês. A mãe de Lacey pegou o celular dela.

- Foda-se – eu disse. – A gente vai pegar ela assim mesmo. E vai ser agora.

POVs Lacey

Eu estava andando de um lado para o outro no meu quarto, tensa, pois queria falar com a Val e não podia, já que minha mãe havia cismado com a droga do meu celular também. Ouvi a porta do meu quarto se abrindo, e minha mãe vinha com uma bandeja que tinha uma porção de espaguete com molho branco e um copo de suco.

- Eu não quero comer. – eu disse. – Só vou enfiar alguma coisa na boca quando você me deixar ver Johnny.

- Lacey, eu não quero você andando com drogado nenhum! E greve de fome não vai funcionar, querida. Sinto muito.

- Mãe, o Johnny não é viciado. E mesmo que você tenha achado um pacote de pó – minha mãe tremelicou – nas coisas dele, não justifica você me prender nesse quarto. Uma hora eu vou ter que sair.

- Mas agora você está de castigo. – ela saiu, batendo a porta.

Ótimo, sem celular, presa no meu quarto pelo resto das minhas férias, sem poder ver meu namorado ou meus melhores amigos. Daqui a pouco ela ia me mudar de cidade, de país, me mandar pra um convento, por causa de um pacote de pó.Ouvi alguma coisa bater na minha janela. Observei-a, confusa, e vi uma pedrinha minúscula voar na minha janela, fazendo um som parecido com o da primeira vez. Corri pra janela, e abri-a. Lá em baixo estavam Ally, Zacky, Matt e Val.

- Cadê o Johnny? – sussurrei para eles.

- Não sei e não interessa também – Ally sussurrou de volta. – Espero que você já tenha arrumado suas coisas, porque a gente não vai voltar.

Eu já tinha arrumado minhas coisas, óbvio, mas eu sabia que se fosse necessário, eles voltariam. Joguei duas malas pretas para Zacky e Matt, que passaram pras meninas e que foram correndo para algum lugar com as minhas coisas. Para o carro, suspeitei.

Sentei na janela, e eu estava prestes a pular, quando minha mãe abre a porta do quarto. Olhei para a cara de Matt, que estava com os braços estendidos, pronto para me pegar, quando eu falei:

- Merda.

Me joguei para Matt, e ouvi minha mãe gritar meu nome. Senti uma mão me segurando pelos pulsos, e eu estava me machucando na madeira da janela.

- Matt, puxa! – eu gritava para Matt, que segurava um dos meus tornozelos. Zacky segurou o outro, e eles começaram a me puxar, me fazendo de cabo de guerra. Eu podia sentir meus braços ralados, e meu sangue preso, pois minha mãe me segurava e apertava meus pulsos. Zacky e Matt me puxaram mais forte, quase arrancando meus pés fora, quando minha mãe não conseguiu mais segurar e eu caí.

- Caralho, torci o tornozelo! – gritei. Merda, merda, merda, merda!

- Foda-se – Matt falou, me pegando no colo, e correndo comigo até o carro.

Zacky abriu a porta de trás do carro de Val, se jogando lá dentro. Matt me jogou em cima de Zacky, e Matt se jogou em cima de mim. Eu pude ver minha mãe na porta, correndo até o carro e gritando que ia chamar a polícia. Alicia começou a rir, e falou:-

Caralho, a gente conseguiu!

Ainda bem que Valary dirigia como um Vin Diesel, e conseguiu acelerar a tempo.

- Conseguimos, com braços ralados, um tornozelo torcido, mas conseguimos. – eu disse.

- Torceu o tornozelo? – Val perguntou, preocupada.

- É – eu ri.

- Vamos pra minha casa. Lá a gente dá um jeito nisso.

Notas finais
R E V I E W S please
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.