4 Cavalheiros

3 Capitulo 2: Small tragicomedy


Notas iniciais
Olá, eu sei que faz muito tempo (tipo uns dois anos... ), mas, as coisas acontecem principalmente comigo... Mas estou tentando aos poucos...

Parecia não ser muita coisa, mas em poucas semanas tudo dentro daquele reino virou um caos. Ninguém estava a salvo. Para os grandes nobres, que apesar de tudo não ousavam questionar a loucura do rei, só restava proteger suas terras e seu povo. Dentro dessa efervescência de loucura e medo, surge a maior lenda que já se ouviu falar.

Alguns diziam que ele era a fúria dos céus encarnada contra o rei. Outros que era o salvador do povo, o novo futuro rei. E os mais traiçoeiros diriam até que era um dos nobres finalmente tomando as rédeas do reino.

Mas afinal sobre o que era esse tal boato que não saia da boca de cada riveno bem informado?

O indivíduo era um cavaleiro. Mas não um qualquer, todo trajado em roupas negras e com um capacete que não o permitia ser reconhecido por ninguém, a misteriosa figura era extremamente habilidosa e cheia de coragem.

Surgira da primeira vez do nada como um feliz acaso protegendo alguns camponeses que passavam pela divisa até o ducado prospero de Shelter. Isso fez muitos acreditarem que o duque Wied fosse o cavaleiro, mas, para a maioria era bobagem.

“ — Ah, por favor senhores um pouco mais de sensatez! O jovem Wied é quase um recluso, e além do mais nenhum nobre em sua sã consciência deixaria seu próprio território para defender outros.

— Tem toda a razão! Toda essa suposição apenas aconteceu porque o cavaleiro apareceu primeiro em Shilder”. Era o que alguns diziam.

Bem se fosse o duque ou qualquer outro nobre não importava, o que estava certo é que finalmente alguém lutaria por Riven.

* * *

Ao contrário de August, uma terra prospera governada por bons senhores no sul do reino e não muito distante da capital, existia bem ao norte, quase próximo as terras áridas distantes por quem era separada pelo grande lago Chuntian, a pequena Lawn que em suma era apenas uma comunidade de famílias camponesas que viviam entre a floresta que cercava o lago e os vastos campos onde havia a divisa inexplorada de Riven e Samalie. Mas, apesar da proximidade nenhum dos lados pensava nessa região de fronteira devido à escassez da maioria dos recursos e a floresta úmida.

E por causa das loucuras de Oberon as coisas estavam ainda mais difíceis. A maioria das famílias vendia as frutas e verduras que plantavam e com o dinheiro compravam os cereais vindos do sul, onde havia território abundante mais propicio a este cultivo.

Agora com os territórios saqueados o pouco que sobrara do cultivo era caro tanto para os moradores comprarem quando para levarem até eles tamanha preciosidade. E como se não bastasse, os ataques nas estradas contra os comerciantes camponeses haviam aumentado.

E em um fatídico dia se foi Nestor Helsey.

Apenas mais um camponês, que deixava a velha esposa, duas filhas e o filho.

* * *

Era como se tudo estivesse acabado.

Lauanda não era mais jovem e seu único filho além de possuir apenas dezesseis anos estava quase morto em uma cama.

“O que farei Nestor? O que farei agora que você se foi? ”

A comida logo acabaria já quase não tinham pão e as frutas tinham sido quase todas levadas ao mercado. Não tinham remédios e não poderiam pagar por um médico, o máximo para cuidar de Derek seria umas raízes e plantas medicinais achadas na floresta.

Tudo apontava para o trágico destino de uma família camponesa comum…

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.