1940
1 Prologo- Meu Pais meu Inimigo
Notas iniciais
1940 épocas a segunda guerra mundial, onde homens eram obrigados a ir para a guerra defender suas famílias por culpa de outros, que se diziam poderosos.
-mamãe, mamãe a minha boneca, a minha boneca caiu- falou Lizze uma garotinha que era filha de um alfaiate e de uma lavadeira, vinha de uma família pobre e humilde, seu pai estava na guerra e sua mãe tentava fugir das bombas que caiam em seu bairro no interior da Alemanha.
-desculpa Liz não da para pegar, a mamãe faz outra pra você depois tudo bem? – falou sua mãe preocupada e correndo para a casa da vizinha ao mesmo tempo.
As duas entram na casa de Suelliz uma mulher gentil que morava naquele bairro de pessoas arrogantes e cruéis, Suelliz estava no porão com medo do que poderia acontecer.
-Sue você ainda esta com essa tosse?- perguntou a mãe da Liz
- sim querida, mais já vai passa! – dizia ela
Um ano se passou e assim as epidemias chegaram, não havia mais limpezas nas ruas, nem saneamento básico, logo os ratos trazendo todos os tipos mais terríveis de doenças chegaram. Suelliz que já estava doente faleceu em menos de seis messes depois das epidemias, o pai de Liz havia falecido havia dois meses e o governo não as pagava mais pelos serviços prestados por seu pai, com a pouca comida que tinha a mãe de Lizze estava ficando doente e frágil, pois não comia mais e sim, dava tudo para sua filha sem ela saber.
-mamãe eu não seu o que esta acontecendo com a senhora, eu não sei o que fazer- disse Lizze em meio as lagrimas.
-calma eu ire para um lugar melhor, e você ira para um colégio público militar, você, cof... cof... cof....- Tossiu ela- ficara bem, só quero que me prometa uma coisa. – disse a mãe já indo embora desse mundo -o que... m-mamãe?- ela perguntou chorando muito. - vingue-me, vingue a morte de seu pai. – ela falou - mais eu não sei quem é o culpado e eu tenho só doze anos o que eu posso fazer?- ela falou desesperadas - o tempo certo vira, e você não pode falhar em nem um momento, vingue a sua família contra o governo foram eles que mandaram o seu pai pra guerra, foram eles que nos deixaram morrer de fome- a mãe fez uma pausa e se acalmou um pouco – guarde tudo o que aprender na escola, seja a melhor em tudo e depois faça o que bem entender. Não cofiem em ninguém, não tenha parceiro, pois um segredo entre três pessoas só esta bem guardado se duas delas estiverem mortas. E mate tudo e todos que entrarem em seu caminho. Prometa para mim isso okey prometa para que sua mãe descanse em paz.- sua mãe lhe entregou um colar antigo que sua família passava de geração em geração. - sim. Mamãe eu prometo- disse com lágrimas nos olhos. Assim sua mãe morreu naquele local escuro, frio e sem esperança. Lizze agora chorava de ódio de raiva sua angustia não era mais contra as doenças que afetaram seus familiares e sim contra que as causou.- ela apertava a flor que era o amuleto do colar, em quanto suas lagrimas escoria do seu rosto.
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