Notas iniciais
Pov Bella
O beijo começou de forma calma e foi esquentando, passei minhas pernas sentando no colo de Elijah e o beijo ficou ainda mais quente. Estava sentindo meu corpo arrepiar e pedir por mais. Elijah me afastou e foi para o outro lado do cômodo.
— Isabella, desculpe.
— Não precisa se desculpar, quis tanto quanto você. – disse me levantando e pensando em me aproximar, mas Elijah balançou a cabeça negativamente. Suspirei resignada e um tanto ferida, mas não demonstraria, voltei a sentar no sofá.
Um tempo depois Elijah caminhou e sentou-se ao meu lado.
— Descobriu algo sobre o que é? Ou sua missão? – perguntou-me.
— Sim, tenho sangue de druida correndo em mim, não necessariamente bruxa, digamos que sou ainda mais ligada a natureza do que as bruxas. Devo unir raças que se detestam, e meu despertar ocorreria assim que me transformasse em vampira, eles só não sabiam de que espécie seria, mas ficaram felizes de eu descender de um original. – olhei para Elijah. – disse-me que assim serei ainda mais forte e terei ainda mais controle, sobre mim e sobre quem quero ajudar.
— Realmente, terei que ligar para Mel e ligarei para meu irmão mais novo, ele sempre estudou bruxaria, se não fossemos vampiros, ele com certeza teria se tornado bruxo. – assenti.
Elijah, Mel, Kol e Cau me ajudaram a treinar feito louca, eu tinha um controle incrível, conseguia beber direto da veia e sempre deixar as pessoas vivas, mas ainda preferia roubar bolsas de sangue no hospital. Os meses passavam e meu treinamento se intensificava.
Outubro.
Novembro.
Dezembro.
Janeiro.
No final de janeiro, Elijah e eu estávamos treinando sozinhos, já não aguentava mais o afastamento dele e muito menos a tensão sexual que havia entre nós. Estávamos em um embate físico, o que me dava chance de ficar ainda mais próxima dele. Derrubei Elijah e sentei em seu colo.
— Isabella, não. – via em seu olhar que ele queria tanto quanto eu.
— Sim. – respondi antes de lhe dar um beijo sedento de saudades e vontade. Elijah retribuiu, virando nossos corpos e me deixando por baixo, seus beijos foram sendo distribuídos por meu corpo, primeiro meus lábios, depois meu queixo, sua boca deslizou até o lóbulo da minha orelha e me deu uma mordida, desceu para minha clavícula beijando cada pedaço, parou entre o vale dos meus seios e olhou pedindo-me permissão, balancei a cabeça afirmativamente.
A cada beijo dado sentia minha intimidade ficar mais molhada, estava sedenta de vontade.
Queria-o agora. Virei nossos corpos novamente e tirei minha regata, os olhos de Elijah escureceram e senti uma mordida em minha jugular, ele estava bebendo o meu sangue e aquilo me excitou ainda mais. Assim que parou, apenas sussurrei:
— Minha vez. – mordi sua jugular e lentamente comecei a sorver seu sangue. Sentia-me queimar e a sensação era maravilhosa, não sei em que momento tiramos o resto das roupas, só senti seu pau me invadindo e gemi.
Trocávamos caricias, mordidas, compartilhávamos sangue. Elijah ia cada vez mais fundo, estava em êxtase, senti meu ventre contrair e disse:
— Eu vou.. vou gozar. – minhas pernas bambearam e uma luz intensa nos envolveu. Elijah aumentou as estocadas, gozando logo em seguida.
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