-la Push Love
3 Capítulo 3 - Magnetísmo
Notas iniciais
não escaparam com sorte
com o fogo por dentro
e os hormônios crescendo
pela lei do magnetismo
juntaram o corpo"
De Shakira, Se quiere, Se mata.
Conversamos alí por um bom tempo, enquanto admiravamos a paisagem, as formas que as ondas faziam, o barulho das gaivotas, o calor do sol acariciando minha pele, a doce sensação de segurança e conforto que Jacob emitia para mim. A gente as vezes se esquecia de que fazia mito tempo que não nos falavamos e acabvamos falando merda um pro outro, mas ele e eu nem falamos dos velhos tempos, só do agora e da gente. Sentia saudade de conversar com ele.
Ele viu que eu estava com frio e passou um dos braços pelos meus ombros para me esquentar, ela tava bem quente, mas estava muito bom alí, quer saber...
-Você me deu coragem! — falei rindo enquanto me levantava.
-Coragem de...? — falou com esperança na voz.
-De entrar na água — falei já tirando a blusa, o sol ja estava mais forte — vem comigo?
-Claro! — ele deu um pulo que me assustou, eu já estava de biquiní, ele tirou a blusa e OMG! Que peitoral! Que braços! Julia, não desmaia, ele ficou só de bermuda, uma bermuda toda preta.
Dei a língua pra ele de brincadeira e saí correndo para a água, ele foi mais rápido. Me pegou no colo como se pegasse 5 queilos e não 55 e mergulhou comigo, caralho, C-A-R-A-L-H-O, que água gelada, mas depois foi esquentando, estranho... ele começou uma gerra de água me tirando dos pensamentos, revidei, paramos para furar ondas, pegar jacaré, plantar bananeira e outra brincadeiras idiotas de crianças. Nadamos até o fundo, fundo pra mim, porque Jacob estava com os ombros de fora, em pé.
-Eu não encosto mais no chão — fiz beicinho e ele riu da minha careta.
-Pronto — le me segurou pela cintura com um abraço — assim está melhor?
-Sim — falei meio tonta com o seu cheiro.
Ficamos muito perto um do outro, com os corpos colados, o calor de seu corpo me fazia queimar só que não de um jeito ruim era sem dor, dava pra sentir o seu hálito doce e quente em meu rosto, passei a língua entre os lábios, ele começou a acariciar o meu rosto com a mão esquerda e me amntinha segura com o outro braço, começei a subir as minhas mãos pelos seus anti-braços, depois pelos seus braços, bem musculosos por sinal, pelos ombros e deixei em sua nuca, no mesmo instante Jacob estava todo arrepiado. Ele começou a pressionar nosso corpos, fechou os olhos e foi chegando o rosto perto do meu, fechei meus olhos e dei um longo suspiro. Meu coração batia mais forte, a ponte de escutar o martelar em meus ouvidos e também dava para escutar a aceleração do coração do Jacob, nós ja respiravamos pela boca, sentindo um o hálito dou outro na língua. Nosso lábios pediam um ao outro, com se houvesse um magnetímo entre nós. Ele roçou o nariz em minha bochecha, talvez aproveitando o momento, me arrepiei, queria logo seu beijo, queria logo sentir a sensação. Seus lábios estavam a poucos centímetros do meu, estava bem perto...
-Jacob!?! — gritou uma voz grossa da areia.
Ele me afastou, mas sem descolar nossos corpos, eu ainda estva meio tonta com tudo isso e Jacob pareceu perceber e deu um riso fraco e olhamos rapidamente para a areia.
-Sam, já to indo! — ele gritou — Vamos — ele sussurrou em meu ouvido.
Ele passou o braço por debaixo das minhas pernas e colocou a outra mão nas minhas costas, me carregando feito um bebê até a areia. Ele não tirava os olhos de mim, o encarei rindo. Já estavamos na areia.
-Já pode me colocar no chão? — com se eu quizesse, ele sorriu um sorriso bem largo e me colocou no chão.
Olhei nossos intrusos.
-Emily?!? — saí correndo e a abraçei.
-Julia, que saudade a quanto tempo — ela riu — você ta molhada prima.
-Desculpa — sorri sem graça, enquanto isso o Jacob e o tal de Sam cochichavam. Me sequei e coloquei minha roupa.
Contei pra Emi, sobre o porque de eu não vir aqui a muito tempo, porque eu voltei, que eu ia estudar aqui, que o Jaco era um fofo, perguntei das cicatrizes, el me contou do urso, fiquei abismada, ela me contou que ia se casar, que a Claire, minha prima também, estava aquí e outras coisa fúteis de meninas. Enquanto Jacob e Sam cochiuchavam feito duas velinhas. Depois o Jacob me apresentou ao Sam.
-Gente eu tenho que ir- sorri e começei a me despedir.
-Peraí, eu te levo até em casa — falou Jacob enquanto pegava seus e meus chinelos.
-Jake, 30 minutos — Sam avisou.
-Claro, claro — Jacob deu de ombros.
Fomos andando até a minha casa, chegando na porta.
-Foi muito legal hoje, valeu pela compania — disse eu sorrindo.
-Foi mesmo, e não foi nada foi um prazer, então a gente se vê amanhã na escola? — disse ele feliz, por podermos logo nos ver novamente.
-Sim — disse rindo — nos vemos amanhã e sem querer ser intrometida mas já sendo, oque você e tanto fofocava com o Sam?
-Primeiro; você pode sempre ser intrometida comigo, porque eu sempre lhe darei todas as respostas... — ele sorriu maliciosamente — Segundo; estavamos apenas resolvendo problemas da reserva.
Olhei com malícia para ele.
-Você está tentando me paquerar? — levantei uma sombrancelha.
-Na verdade estou, mas creio que não está dando certo — falou com falsa tristeza na voz.
O abraçei pela cintura, fiquei na ponta do pé e ele se inclinou mais para baixo.
-Pois eu acho — lhe dei um beijo estalado na bochecha — que está dando muito certo. — ri em sua orelha — Tchau Jacob, até amanhã.
Entrei em casa.
Notas finais
Comente, que eu melhoro, ZOA.
Beijus *.*
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