Vadia Do Morro? Até Quando?
23 Capítulo 22 - Ciúmes besta
Notas iniciais
Chegamos lá, ele abriu a porta e me deparei com o povo tudo olhando pra nossas caras (LC, May, Ivan, Rami, Polegar, Malu, até o Fred ‘-‘). Desci das costas do Cadu. E sorri pra eles, o primeiro a se pronunciar foi...
XxX: AONDE VOCÊ TAVA PORRA? – o LC disse se alterando, e me olhando com raiva e preocupado ao mesmo tempo.
Aymê: posso andar de skate mais não? Deviam saber que quando to atoa e feliz eu vou pra pista né...
LC: desculpa ter gritado – ele me deu um selinho e me abraçou apertado. Olhei pro Fred e vi que ele se incomodou com isso, sai do abraço do LC e ele me olhou confuso, falei um: depois explico, movendo só os lábios, ele assentiu, sentei entre a May e o Ivan, sorri pro meu maninho
Aymê: sabe que tenho ciúmes – fiz bico olhando pra ele.
Ivan: oh meu deusu, larga de ser ciumenta, eu tenho ciúmes de tu com o LC, mas não falo nada, ele apertou minhas bochechas, e eu fiz cara de dor, e ele riu parando de apertar, olhei pra May e dei um beijo na buchecha dela, ela sorriu pra mim de canto.
May: pensei que tinha sumido de novo... – ela disse meio triste
Aymê: não vou fazer isso tão cedo minha bebe – abracei ele e ela beijo minha buchecha. Fui e sentei no colo da Rami que tava emburrada. – bebe ta emburradinha... – ela me mandou língua, eu ri e beijei a buchecha dela e ela retribuiu, fui até a Malu, ela se levantou.
Malu: nunca mais faça isso! – ela me abraçou, retribui o abraço e ela me deu um beijo na buchecha. Sorri pra ela, ela parou de me abraçar e olhei pro Fred.
Aymê: oi...
Ele sorriu calorosamente pra mim, levantou e me abraçou apertado, e ficamos nisso um tempinho até ouvirmos uma tosse forçada e ele se soltou de mim e sussurrou um: desculpa. Sorri pra ele, ele me deu um beijo na buchecha e saiu da minah casa. Olhei pro LC e ele tava emburrado. Fui até ele e o abracei. Ele nem se mexeu.
Aymê: vai ficar assim? – ele nem respondeu – ei. To falando contigo – nada dele responder – af, que se foda então
Sai de perto dele e subi furiosa, largando todo mundo na sala. Subi pro meu quarto e tranquei a porta e fui direto tomar um banho, entrei no banheiro, me despi, tirei o laço do meu cabelo, liguei o chuveiro e entrei de baixo do mesmo, e ouvi alguém me chamando, tomei um banho de no máximo meia hora, e lavei meu cabelo também, me enxagüei, sai, me enxuguei, me enrolei na toalha, e coloquei outra em meu cabelo, sai do banheiro, e senti um frio que só, fui até o closet e peguei esse pijama e essa pantufa: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=99044342&.locale=pt-br , tirei a toalha do meu corpo, me vesti, coloquei a pantufa, fui até minha penteadeira, tirei a toalha do meu cabelo, peguei a escova e penteei os mesmos. Sai do quarto e dei de cara com um LC sentado no chão em frente da porta do meu quarto, passei reto por ele, desci pra cozinha e vi a Maria lá, ela me viu e sorriu, abracei ela.
Maria: quando tempo menina.
Aymê: psé Mariazinha, nem paro muito em casa – rio baixo
Maria: mas diz... vai querer algo pra jantar? – pensei um pouco
Aymê: vou sim... quero um poutine (quem não sabe é: Batata frita coberta de queijo coalho e molho tostado), e arroz de frango – lambi meus lábios
Maria: daqui uma hora e meia ta pronto – ela piscou, sorri pra ela e sai da cozinha, dei de cara com o LC de novo, passei reto e fui pra sala de cinema, bati palmas e a luz ascendeu, escolhi A Hospedeira, bati as palmas, a luz desligou e sentei em uma das poltronas. O LC sentou do meu lado.
LC: ei, desculpa, só fiquei com ciúmes – agora foi minha vez de não responder. – por favor vai, você sabe que ele gosta de você... – eu tive que responder.
Aymê: eu sei que ele gosta de mim, mas agora eu to contigo ou com ele? To com tu! Ele que me pediu pra dar uma chance de ouvir meu coração, e dar uma chance a ti! Tu deveria agradecer a ele por eu estar contigo! Eu amo você Lucca, mas tu faz tanta merda que sufoca. – ele colocou os dedos em meu queixo e virou meu rosto fazendo com que eu olhasse pra ele, ele olhou nos meus olhos.
Lucca: desculpa amor? – suspiro alto, levo meus lábios até os dele, e dou um selinho demorado nele, ele sorri quando me afasto – eu te amo minha vida.
Sorrio de canto, volto a assistir o filme e deito minha cabeça no peitoral dele e ficamos lá assistindo o filme e ele fazendo carinho no meu cabelo até que dormi, acordei com uma voz me chamando.
Lucca: Princesa... –abri os olhos meio sonolenta. E vi que tava deitada no colo dele.
Aymê: Hm? – olhei pra ele.
Lucca: a Maria veio te chamar pra jantar já... Tem uma meia hora. – levantei do colo dele, me despriguicei, penteei meus cabelos com os dedos e o prendi em um coque mal feito, levantei da poltrona, e extendi a mão pra ele.
Aymê: vem, janta comigo – ele sorriu pra mim e pegou na minha mão e se levantou, fomos andando até a cozinha de mãos dadas, e quando chegamos lá nos deparamos com o Ivan, a May, a Rami, e o Polegar comendo lá na cozinha. – vocês num tem casa não povo? – eles riram
Ivan: bom... Eu moro aqui né.
May: e eu vim ver meu namorado – eles sorriram um pro outro e deram um selinho.
Aymê: ah, veio ver só ele? Então pode ir embora, xispa, a casa é minha! – falei brincando, mas com cara séria.
May: ta com ciúmes minha mêmê... – ela levandou e veio andando até mim
Aymê: to nada. – na hora que ela ia me abraçar, o Lucca me puxou pra ele e me abraçou de lado
Lucca: desgruda da minha namorada, vai vai. Anda! Vai pro Menor ai – todos rimos menos a May que fez um bico enorme, o LC me soltou e eu fui abraçar ela, abracei ela e ela retribuiu, olhei pra Rami e ela tava com uma cara que não gostou.
Aymê: vem cá também... – falei com ela.
Rami: não obrigada, e eu perdi a fome — ela largou o garfo e saiu da cozinha, e saiu pela porta que da pra varanda de dentro, o Polegar foi atrás dela e olhei sem entender.
Aymê: gente, o que houve com ela? – me soltei da May, olhei pra todo mundo e eles estavam com a mesma cara que eu, menos o Lucca. – Lucca?
Lucca: não sei de nada, vai falar com ela...
Suspirei, fui atrás dela. E vi ela e o Polegar conversando e ele parecia meter bronca nela, porque ela tava toda encolhida, estranhei né, nunca vi eles brigando, nem nada... Mas não falei nada e fiquei observando, fui chegando mais perto sem que eles me notassem e só ouvi o Polegar falando.
Polegar: larga de besteira Ramirys, elas são melhores amigas como você também é delas, não tem nada haver que elas nunca te consideraram claro que considera, você é um das melhores amigas delas, para de paranóia mulher!
Aymê: ah, então é isso... – eles olharam pra mim, puts, falei alto ‘-‘ — Victor me deixa falar com ela — ele assentiu, deu um beijo na testa dela e na minha e se foi. Ela me olhou com um pouco de medo, parecia, abracei ela e ouvi a mesma soluçar – oh amiga, desculpa se fiz tu pensar assim, mas não é verdade, tu e a May são minhas melhores amigas desde quando eu vim morar nesse morro, e não vai ser agora que eu vou desconsiderar tu! Tu e a May são minhas melhores amigas, tanto quanto eu e ela somos as tuas, tem a Malu e a Gabi também... Nós te amamos poxa – senti meu ombro molhado, mas nem liguei.
Rami: desculpa, desculpa, desculpa. – ela falou entre soluços.
Aymê: xiiii... Eu entendo calma. – ela me abraçou mais forte.
Rami: eu te amo amiga – ela deu uma pausa no soluço.
Aymê: eu também te amo bebe. Agora engole esse choro, e da aquele sorriso e vamos voltar pra comer, porque to morrendo de fome – ela riu um pouco.
Notas finais
Até a próxima meninas *-*
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