Notas iniciais
Esta história foi escrita por uma inteligência artificial com base nas minhas ideias e conceitos originais. Embora a criação e o desenvolvimento da trama sejam meus, a execução da escrita foi inteiramente realizada pela IA, seguindo as diretrizes que forneci. Achei interessante quando descobri que isso seria possível, já que sempre quis que alguém escrevesse essa história, mas não consegui encontrar exatamente o que procurava. Com essa descoberta, aproveitei a oportunidade de ter a IA escrevendo a história, implementando minhas ideias como eu sempre quis. Além disso, fui surpreendida por alguns detalhes enquanto lia, o que tornou a experiência ainda mais fascinante. Espero que aproveitem a experiencia. Obs: Capa criada por IA com base nas informações que forneci.

O Allianz Parque vibrava com a energia de milhares de fãs, suas vozes ecoando como um mar de emoção que parecia não ter fim. As luzes dos bastões de luzes verdes e roxas cintilavam como estrelas, transformando o estádio em uma constelação viva. O BTS, após anos de carreira, estava no Brasil mais uma vez, e cada um dos sete membros sentia o impacto desse momento. Para Yoongi, o palco tinha sempre sido um espaço de liberdade e expressão, mas algo sobre São Paulo era diferente. O calor da recepção, os gritos ensurdecedores, e o amor palpável dos fãs brasileiros faziam aquele show ser inesquecível.

O show seguia em um ritmo frenético. Canções como "Dynamite" e "Butter" faziam o público cantar em uníssono, enquanto momentos mais calmos, como em "Spring Day", traziam uma onda de emoção que podia ser sentida no ar. Para Yoongi, era como se cada palavra cantada fosse uma conexão direta com o coração dos fãs. Quando o show chegou ao fim, os membros se alinharam para a despedida final. Jin, como sempre, fez seu gesto de coração, enquanto J-Hope pulava entusiasmado e agradecia ao público. Yoongi olhou para a multidão, tentando absorver tudo o que tinha acontecido, um sorriso suave nos lábios.

Ao saírem do palco, os sete se reuniram nos bastidores, ainda ofegantes. Eles riam e comentavam sobre a energia insana da noite.

— Os fãs aqui são incríveis, né? — disse Jimin, ainda animado. — Dá para sentir o amor deles em cada grito!

— Sempre soubemos que o Brasil seria uma loucura, mas acho que superou todas as expectativas. — comentou RM, rindo.

Yoongi, embora quieto como de costume, balançou a cabeça em concordância. Havia algo especial na conexão com os fãs naquela noite. Ele não conseguia exatamente descrever o que sentia, mas algo no ar o deixava inquieto.

Depois de algum tempo relaxando e se preparando para voltar ao hotel, os meninos entraram na van que os aguardava. As luzes das ruas de São Paulo passavam rapidamente pelas janelas enquanto o grupo conversava animadamente sobre a apresentação e as experiências que tinham vivido no país. Jungkook, como sempre, não parava de falar sobre o público e como eles eram apaixonados.

De repente, a van desacelerou bruscamente, o que fez todos os membros serem jogados para frente em seus assentos. O motorista pisou no freio com força, assustando todos dentro do veículo.

— O que foi isso?! — exclamou Taehyung, tentando se recompor, a respiração pesada.

— Acho que quase atropelamos alguém! — disse o motorista, nervoso.

A tensão preencheu o ar enquanto eles olhavam em volta. Do lado de fora, sob a luz fraca de um poste, uma pequena figura estava parada, visivelmente assustada. Era uma menina, não mais que sete ou oito anos, com cabelos cacheados desgrenhados e olhos castanhos claros que refletiam o medo e o choque do momento. Ela vestia roupas sujas e rasgadas, claramente uma criança de rua.

— Meu Deus... — murmurou Jin, olhando pela janela com preocupação.

Yoongi, que sempre foi mais reservado, sentiu algo diferente quando seus olhos encontraram os da menina. Uma sensação que ele não conseguia explicar. Sem pensar duas vezes, ele abriu a porta da van e desceu, seguido pelos outros membros.

— Você está bem? — perguntou RM, em inglês, tentando se comunicar. A menina não respondeu de imediato, o olhar perdido.

Ela tremia, não só pelo susto, mas pelo frio da noite. Yoongi se aproximou devagar, os outros se mantendo em uma distância respeitosa. Ele se ajoelhou na frente dela, tentando parecer menos intimidante.

— Está tudo bem agora. Não vamos machucar você. — disse ele, sua voz suave e reconfortante.

A menina olhou para ele, ainda assustada, mas havia algo no jeito que ele falava que a fez relaxar, mesmo que só um pouco. Yoongi tirou o casaco que estava vestindo e, delicadamente, colocou sobre os ombros dela, sentindo a fragilidade do pequeno corpo.

— Ela parece estar sozinha. Não podemos deixá-la aqui. — disse J-Hope, olhando em volta, preocupado.

— Vamos levá-la conosco para o hotel. — sugeriu Jin. — Chamamos as autoridades depois, mas não podemos deixá-la na rua.

Sem mais delongas, eles ajudaram a menina a entrar na van. O silêncio agora era pesado, e a atmosfera havia mudado drasticamente. Durante o caminho até o hotel, Yoongi não conseguia tirar os olhos da menina, que agora estava encolhida, adormecida no banco, usando o casaco dele. Uma sensação de proteção tomou conta de seu coração. Ele não sabia por que, mas sentia que precisava fazer algo por ela. Havia uma conexão ali, algo inexplicável, como se fosse seu dever protegê-la.

Ao chegarem ao hotel, eles rapidamente pediram ajuda à equipe para preparar um quarto e chamaram as autoridades locais. Mas, enquanto tudo isso acontecia, Yoongi permaneceu ao lado da menina, incapaz de se afastar.

A noite passou devagar, e mesmo enquanto os outros tentavam descansar, Yoongi ficou acordado, observando a garota dormir. Ele não conseguia entender por que, mas sentia que essa criança, essa pequena vida perdida no meio de São Paulo, estava agora ligada à sua de uma maneira que ele jamais imaginaria.

O desejo de protegê-la crescia a cada minuto, e ele sabia que, de alguma forma, essa noite mudaria tudo.



Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.