Notas iniciais
Oi princesas, ainda lembram de mim? aduhaduhdaduh
Desculpem de verdade pela demora, é que ultimamente eu estou sem inspiração nenhuma para continuar a história :[
OOOOOOOOOOOOOOOOOOH MEU DEEEEEEEEEEEEEUS AMADO, TODO PODEROSO!
Girl cocaine, minha linda, obrigada por recomendar a história! AMO VOCÊ, DE VERDADE! OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, PRINCESA *o*
Esse capítulo é dedicado a você e tem uma pequena surpresinha no final.
Kate, obrigada por favoritar a história :3
Leitores fantasmas, apareçam! Quero conhecer vocês também, pô!
Ah, a minha linda Cali4nia postou uma fanfic chamada "Wake Up". Vale a pena conferir ;)
http://fanfiction.com.br/historia/320295/Wake_Up
Já pedi desculpas pela demora? audhduadhaduahd
Gente, quem tiver fanfics e tiver a fim de me mandar para eu ler, a vontade!
É isso. Boa leitura!

6 de dezembro de 2012

Ponto de vista Anne McBride

DIA 6

–Então foi isso o que aconteceu – finalizou Jessica com um suspiro derrotado — o que eu faço, Anne? Anne? Anne, você escutou o que eu falei?

Desviei a atenção das lideres de torcidas que ensaiavam a sua coreográfica na quadra e olhei para os olhos castanhos claros de Jessica que me encaravam seriamente.

–É claro que eu escutei, Jessica. O Mike é bem legal em minha opinião. Se eu fosse você, dava uma chance a ele.

–É Frank – ela corrigiu revirando os olhos.

–Foi o que eu disse – falei me levantando da arquibancada de concreto.

Educação física com certeza não era uma das minhas melhores matérias desde… bom, desde sempre. Eu não sabia jogar absolutamente nada para ser atleta e nem tinha o corpo perfeito para ser líder de torcida. Então eu tinha que ficar correndo pela quadra toda – o que nunca acontecia.

–Hey, onde você vai? – perguntou Jéssica se levantando e ficando ao meu lado.

–Tenho que falar com uma pessoa. Fique aqui, talvez eu volte para a próxima aula. Se perguntarem por mim, diga que eu não estava me sentindo bem, ok?

Ela assentiu e quando eu dei as costas, mas antes de eu me afastar completamente, ela me pegou pelo braço.

–Se cuida, McBride. Qualquer coisa estou no celular – disse balançando o aparelho entre as mãos.

Se tem uma coisa que eu odiava mais do que tudo na minha vida eram cemitérios. Tudo bem, ficar ali no silencio era bom pra pensar e tudo mais, mas ficar sozinha ali com mais de 400 espíritos não era a minha praia, obrigada.

As únicas vezes que eu entrei dentro desse cemitério foi quando o meu avô e o meu pai morreram. E mesmo assim foi agoniante. O frio na espinha corria sempre que eu olhava para as pequenas fotos coladas nos túmulos.

Mas hoje, estranhamente, eu estava bem. Tudo o que eu queria era achar o tumulo do meu pai e depositar a rosa que eu carregava nas mãos.

Provavelmente, daqui há alguns dias, eu estaria novamente aqui trazendo rosas, mas dessa vez não seria para o meu pai. Seria para James. Em poucos dias, a sua autópsia estaria pronta e a impressa voltaria a falar no assunto da morte do Jimmy e fazer especiais o recordando.

John Tuner McBride, um pai maravilhoso, um bom filho e um marido admirável.

Parei e me ajoelhei em frente ao seu tumulo.

–Oi pai. Vim apenas dar um oi.

Passei meus dedos frios pela lápide – mais precisamente onde seu nome estava escrito.

–Sabe, eu me apaixonei por um rapaz – sorrio comigo mesma ao pensar em Jimmy. – Mas ele é diferente, sabe? Ele vive no seu mundo, e também no meu. É, eu sei. Isso é estranho. Lembra daquela banda que eu era fã quando era menor? Sim, dessa mesma que o senhor me levou ao show quando eu tinha 13 anos. Então, esse garoto era o baterista.

Sorrio ao imaginar o que meu pai falaria naquele momento.

–Não me olhe desse jeito. Eu sempre disse que um dia eu me casaria com ele, não disse? Bem, ainda não casei (e provavelmente nunca irei casar), mas ele se tornou meu amigo ultimamente.

Sinto uma gota gelada cair em minha testa. Levanto a cabeça e encaro o céu que está coberto por nuvens escuras.

Vá embora antes que chova”.

Pude escutar a voz grave ordenando perfeitamente.

Mais tarde, casa dos McBride.

–Mãe? Billy? Alguém? – pergunto enquanto fecho a porta do apartamento com os pés. –Ótimo, estou sozinha de novo, não é mesmo?

Silencio.

Puxei o ar com a maior força que pude e subi as escadas em direção ao meu quarto me arrastando. Já estava tudo escuro lá dentro.

Abro a porta e, de longe, vejo uma sombra encolhida perto da janela. Pelo tamanho, deduzi que não era Jimmy. Liguei o interruptor e logo descobri a face da pessoa.

–Riley – dou um pulo e ele sorri de má vontade – o que você veio fazer aqui?

Ele se levantou – ainda sorrindo – e caminhou lentamente até mim, estacionando na minha frente e pegando meu queixo com uma das mãos.

–Vim ter uma pequena conversa com a minha namorada – disse e largou meu queixo com força. Ele se virou de costas para mim, afim de fitar a janela do meu quarto. – Sabe Mary, nós já estamos juntos há 2 anos. – se virou para me encarar – Você não acha que está na hora de fazermos coisas de casal?

Balanço a cabeça de um lado para o outro.

–O que você quer dizer com isso?

Ele sorri maliciosamente e dá passos largos em minha direção.

–Isso – ele sussurra e automaticamente rasga a minha camiseta com tamanha a força.

Riley e joga na cama e deixa seu corpo pesando cair sobre o meu. Ele beija o meu pescoço ferozmente e eu empurro o seu peito para longe de mim, mas sem sucesso. Forcei as bolhas de ar que saiam da minha boca a formarem palavras.

–Riley, não.

Tarde demais.

Riley tentava abrir de toda maneira o zíper da minha calça e eu me debatia por baixo dele.

–Por favor… me solta…

Uma onda de alivio percorreu o meu corpo quando o contato com Riley foi quebrado. Abri os meus olhos e vi que ele encara alguma coisa… ou alguém.

–Quem… quem é você? – A voz fraca e ao mesmo assustada de Riley fez com que eu olhasse mais atentamente para a sombra.

James.

–Sou o cara que acabar com a sua vida se tu tocar mais um dedo nela.

–Não, é impossível. – Riley ia cada vez mais para trás – você morreu! MORREU! Isso é um pesadelo, né? Diz que sim.

–Às vezes os pesadelos são reais. – disse James em um tom irônico.

–Anne, o que está acontecendo? – Riley lançou o seu olhar feroz a mim e eu me encolhi.

–Deixe-a em paz! – rosnou Jimmy com uma voz completamente descontrolada.

–Ninguém te chamou na conversa.

–Ninguém invocou o demônio, mas olha você aqui!

Controlei a minha vontade para rir. Os dois pareciam duas crianças discutindo.

–Eu… — Riley balançou a cabeça – eu estou bêbado, só pode. Vou pra casa.

Jimmy esperou Riley ir embora para olhar para mim.

–Obrigada – digo engatinhando na cama em sua direção. -De verdade.

Ele sorriu e acariciou o meu rosto com o seu polegar.

–Eu morreria por você.

Dito isso, ele selou nossos lábios.


Depois de muita insistência, Jimmy me convenceu a dar uma volta com ele na praia de Huntington Beach. E aqui estávamos nós: sentados de frente para o mar, ha uma distancia horrível.

–Não sei por que você ainda continua com ele – Jimmy diz observando o mar.

Me remexo ao seu lado e ele passa os braços ao redor dos meus ombros, me puxando para mais perto.

–Tenho medo de, sei lá, errar. Ou eu terminar com ele e ele tenha um…

–Ataque de frangote? – sugeriu James e eu ri. – Olha, todos os erros que eu cometi deixaram uma cicatriz que queima todo o dia. Mas eu não me arrependo de nenhum deles.

–Você tem razão. Tenho que acabar com esse relacionamento o mais rápido possível.

Ele sorri pra mim.

–Mas e quanto a sua morte? Temos que resolver isso depressa! O tempo está passando.

–Dou tudo por uma ultima oportunidade. – ele sussurra extremamente baixo.

–Você não se recorda de mais nada? Nenhuma pista que ligue ao suposto assassino?

Ele hesitou.

–Bem, que eu lembre ele tinha uma tatuagem no pescoço. Algo que começava com “I” e terminava com “you”.

Congelei.

Não, não era possível.

James foi ficando transparente até desaparecer totalmente.

–JAMES! JAMES, VOLTA AQUI! JAMES! EU SEI QUEM LHE MATOU!

******

Bom, eu decidi dar um presente para quem recomenda a fanfic. É claro que não é um presente sólido, é mais... não sei explicar x-x

Girl cocaine, você pode escolher uma das opções abaixo, ok? Me mande por review ou mp a sua escolha.

a) Sugestão de capítulo. (Sabe aquela cena que você sempre quis ver acontecer? Essa é a hora para mandar!)

b) Novo personagem para entrar na fic. (Crie o seu personagem dizendo nome, caracteristicas, e etc... para entrar na fanfic).

c) Sua participação especial em 1 capítulo. (Você entra na fic por 1 capítulo e pode escolher alguém para acompanha-la. Seja amigo, namorado...)

d) Pedido de música. (Com certeza tu tem aquela música favorita, né? Já pensou se ela vira tema do casal James e Anne?)

e) Dedicatória a alguem. (Desde mandar beijo, até um recado para alguém especial)

d) Outra opção. (Nenhuma dessas a cima? Escolha outra coisa -para a história-)

Ok, isso é meio idiota, mas vale a pena tentar, né?

Notas finais
Acho que é isso, então. Não se esqueçam dos reviews, amores.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.