Último Suspiro
2 DIA 1
Notas iniciais
Então, olha quem voltou? TCHÃ NÃ NÃ NÃ
tá, vocês já sabem quem voltou g-g
Então, GRAÇAS AO BOM DEUS (e ao meu padrasto), o problema com a minha internet foi resolvido o/
MAAAAAAAAAAAAAAIS UM CAPÍTULO PRA VOCÊS!
Então amores, muito obrigada a quem comentou, viu? Obrigada mesmo de coração. E é por causa desses reviews que eu estou continuando com a fanfic :D
Obrigada também a quem favoritou a fic.
Sugestões, criticas, serão todas aceitas.
Tá, parei de falar.
MILHÕÕÕES E TRILHÕES DE BEIJOS PRAS LEITORAS MAIS LINDAS DO MUNDO!
1 de dezembro de 2012
Ponto de vista Anne McBride
DIA 1
Mais uma vez era segunda-feira – um dos piores dias para quem é estudante. E adivinha? Eu estava atrasada novamente. Digamos que eu tive dificuldade em encontrar motivações para levantar da cama quentinha e encarar uma ducha às 7 horas da manhã. A única coisa que me salvou foi Jessica, minha melhor amiga. Se não fosse por ela e por seu carro de segunda mão, eu teria chegado muito tarde à escola. Sendo que a diretora já havia ameaçado a chamar a minha mãe se eu continuasse chegando na segunda aula – e isso era a ultima coisa que eu queria.
Hoje fazia exatamente uma semana que James havia morrido e eu ainda buscava por respostas. A mídia já havia encontrado outro assunto para destacar, então nenhuma noticia sobre a morte de Jimmy era mais exibida. Talvez quando saísse o diagnostico sobre a morte do baterista, a imprensa iria se lembrar do assunto e voltar a fazer reportagens lembrando de James e da banda. Ou talvez só saísse uma pequena reportagem nas ultimas paginas do jornal da cidade.
Minha mãe – como já era de se esperar – tentou dizer algumas palavras desconexas dizendo que podia imaginar o quanto eu estava sofrendo, mas que ela estaria ali se eu precisasse.
Talvez ela estivesse mesmo se importando comigo pela primeira vez depois que o meu pai morreu. Sei disso porque ontem, enquanto eu descia as escadas para ir comer alguma coisa, pude escutar ela falando para o meu padrasto sobre mim e o meu comportamento anormal. Tudo o que eu consegui ouvir da boca dele foi: “É só uma fase, Elizabeth. Amanhã ela encontrará um novo ídolo e nem se lembrará mais da morte desse baterista. Como era mesmo o nome dele? Jim? John? Jonathan?”.
James. O nome dele é James.
No dia seguinte a morte de James, Riley veio aqui ver como eu estava.
“Eu soube hoje da noticia e vim ver como você esta. Eu sei o quanto você era fã dessa… banda… e sei o quanto você é viciada nesse cara” ele disse a última frase jogando as mãos pra cima “Mas pense pelo lado positivo…”.
Que lado positivo?
“… alguma hora todos nós vamos morrer, querida”. Ele terminou de falar e deu um sorrisinho irônico. Eu sabia que ele estava adorando ver essa situação toda.
Riley e eu namoramos há quase 2 anos. A gente se conheceu graças a Billy e as suas festas idiotas da empresa.
Eu me lembro muito bem daquele dia, afinal eu fui obrigada a ir. Digamos que a festa estava uma verdadeira chatice e eu fui pra rua fumar um pouco (aquela foi a primeira e última vez e eu só fiz isso, pois eu estava muito abalada na época por causa da morte do meu pai alguns meses antes).
Eu estava sentada em um banco de madeira no meio do nada – ou melhor, tinha algumas árvores e alguns postes de luzes totalmente decorados, mas nada de muito interessante. -. Riley veio até mim — com o seu sorriso gigante e branquíssimo e com aquela pose de bad-boy que derreteria qualquer garota – e se sentou ao meu lado.
–Sabia que fumar faz mal a saúde? – ele disse pegando o cigarro da minha mão e o apagando com a sola do seu sapato.
Arqueei uma sobrancelha.
-E quem é você pra me dizer o que é certo e errado? – perguntei.
Ele deu de ombros antes de falar e encarou algo a nossa frente. Depois de alguns minutos, senti seus olhos negros caírem sobre mim e seu cheiro à menta se impregnar no ar.
-Sou Riley – ele disse estendendo a mão.
Bom, depois vocês já devem imaginar o que aconteceu. Ele me beijou, depois pediu o meu numero e logo em seguida já estávamos namorando – o que deixou Billy e minha mãe felizes por muito tempo.
Jessica nunca, em momento algum, deixou de esconder seu ódio por Riley. Digamos que o santo dos dois não se batiam, porque ele também não era muito fã dela.
▬
Enquanto Jéssica dirigia apressadamente pelas ruas de Huntington Beach eu revirava a minha bolsa em busca da minha necessarie de maquiagens. Meu rosto era tomado pelas terríveis olheiras roxas e pela oleosidade constante.
Jess ligou o rádio assim que parou num semáforo. Peguei o meu corretivo da Victoria Secret’s e apliquei no meu rosto. Logo em seguida foi a vez do pó e do brilho labial. Jess resmungou alguma coisa que eu não consegui entender enquanto trocava de estação e pisava no acelerador. Juro que se eu não tivesse usando o cinto de segurança, eu teria batido contra o vidro.
Abaixei o rádio e logo a musica do The Darkness foi diminuída.
-Vadia! – gritei enquanto encarava a mim mesma no espelho do carro.
-Desculpa Anne! Não sou uma motorista perfeita – disse na defensiva.
Sacudi a cabeça e comecei a contornar o meu olho esquerdo com o lápis de olho. Eu sei que isso é pedir pra morrer (principalmente se for Jessica que estiver dirigindo), mas eu nunca saia sem o meu bom e velho lápis.
Quando estava terminando de contornar o meu olho esquerdo, Jessica freiou bruscamente na única vaga visível que tinha no estacionamento da escola. Olhei derrotada para o espelho vendo que tinha borrado o canto do meu olho e então mandei um olhar feroz a Jessica – mas ela acabou nem vendo. Jess e uma garota que eu não consegui ver o rosto discutiam feito gato e cachorro por causa dessa maldita vaga. A ultima vaga da escola toda. Balancei a cabeça e desci do carro, passando a mochila pelo ombro. Ativei o alarme do carro – coisa que Jessica sempre esquecia de fazer – e contornei o carro, puxando minha amiga pelo braço enquanto ela discutia com Lindsay, uma garota do segundo ano.
Ao contrário de mim, Jéssica era popular e linda. Ela era baixinha – quase um gnomo, na verdade -, tinha olhos castanhos claros (que se você reparasse, se transformavam em verde quando o sol batia direto nela) e cabelos loiros e bem cuidados que batiam logo embaixo dos ombros. Ela se vestia muitíssimo bem – e eu não digo com roupas de marcas, e sim bom gosto.
Nós havíamos nos conhecido no primeiro ano e desde então nos tornamos melhores amigas. Eu contava tudo pra ela e ela tudo pra mim. Éramos praticamente irmãs. Voltei minha atenção a discursão e tentei desfoca-la.
-Que aula você…
-Aquela vadia desgraçada – Jessica murmurava enquanto passava suas pequenas mãos nos cabelos loiros e lisos por causa da progressiva – quem ela pensa que é?
Revirei os olhos e dei uma risadinha baixa enquanto a minha amiga ainda resmungava.
-Quer saber de uma coisa? Já vou para aula! – ela disse respirando fundo – Nos vemos no almoço?
Fiz que sim com a cabeça.
-Ótimo! Até mais little girl.
Ainda rindo, me despedi da minha amiga.
-Até mais bitch.
▬
Foi um longo e cansativo dia, tanto na escola quanto no curso. Por sorte, Jessica me acompanhou por todo o caminho, já que ela era a minha parceira de curso.
Quando ela me deixou na frente do meu condomínio – e depositou um beijo no meu rosto dizendo que eu tinha que ir rodar bolsinha mais tarde – cambaleei para fora do seu carro e corri até a portaria.
Não estava confiando muito nos meus joelhos naquele momento, então assim que cumprimentei o senhor Mason, o porteiro do prédio, preferi subir de elevador ao invés das escadas como sempre fazia.
Em questão de minutos já estava no 3º andar, onde ficava o meu apartamento. Toquei a companhia varias vezes e como ninguém atendeu, tive que vasculhar minha bolsa inteira em busca das minhas chaves.
Quando entrei em casa, não vi nenhum sinal da minha mãe nem do meu padrasto.
Sossego. Era tudo o que eu precisava agora.
Peguei o pequeno bilhete com uma caligrafia delicada que estava em cima da mesa e o abri.
Querida, tivemos que sair para uma reunião de negócios do seu pai. Estamos no restaurante do Luiggi, qualquer coisa nos ligue. Tem pizza na geladeira. Mamãe.
Eu odiava quando a minha mãe se referia a Billy como meu pai. Tanto eu quanto ela sabíamos que o meu verdadeiro pai era insubstituível.
Deixei meus ombros caírem e fui para o meu quarto.
Ascendi à luz e tudo o que eu vi foi organização. Uma pequena saliência saltou na minha testa. Não me lembrava de ter arrumado o meu quarto quando eu sai.
Dei de ombros e peguei meu pijama que estava estendido na cadeira do computador.
Segui em direção ao banheiro e girei a ducha. Coloquei a toalha por entre as pernas e uma borrachinha de cabelo na boca, enquanto minhas mãos tentavam fazer um coque nos meus cabelos rebeldes.
Quando finalmente consegui, entrei pra debaixo da agua morna e deixei que ela criasse caminho próprio até os meus pés.
Me permiti demorar um pouco mais no banho por ter um dia tão corrido. Deixei minha mente vagar até chegar nele.
Talvez fosse por causa de Jessica, mas eu havia me esquecido completamente da morte de James. Esquecer é uma palavra muito forte assim como eu te amo e inapropriada para o momento. A lembrança estava ali, vagando pelo meu cérebro, mas tinha outras milhões de coisas por cima dela.
Desliguei o chuveiro suspirando e sequei meu corpo rapidamente, colocando o meu pijama lilás e as minhas pantufas de patinhos.
Voltei para o quarto escuro e caminhei até a cama, tropeçando logo em seguida. Puxei o edredom e me estiquei soltando um leve suspiro.
Era bom deitar numa cama macia.
Não estava tão escuro, eu conseguia ver tudo perfeitamente. Perfeitamente até demais.
Fechei meus olhos, mas alguma coisa ainda me incomodava. Eu não me sentia segura.
É só coisa da sua cabeça, Anne. Sossegue e durma.
Abri meus olhos e vi que não estava sozinha no quarto – e isso não era nada bom. Dei um pulo da cama, sentando na mesma logo em seguida. Meu corpo entrou numa onda de tremor inimaginável. Eu não conseguia mexer um musculo sequer do meu corpo.
Meu coração estava sobressaltado. Era um sonho, só podia ser um sonho.
O homem era alto e estava vestido todo de preto. Ele deu um passo em silencio em minha direção e eu forcei minha garganta até sair o som da minha voz.
Mas mesmo vendo a sua sombra, ele era familiar. Eu tinha certeza que eu o conhecia de algum lugar. Mas de onde?
–Quem… é… você? – foi tudo o que eu consegui falar.
Notas finais
ah, tenho certeza que todo mundo já sabe quem é..
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FÃS DE A7x, JÁ VIRAM AS FOTOS DO CASAMENTO DO SYN? LINDAS NÉ?
Até o próximo :33
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