À flor da pele

42 Oh, meu deus!


Notas iniciais
E olha eu aqui de novo, super rápido né (╭☞ ͡ ͡° ͜ ʖ ͡ ͡°)╭☞ Queria agradecer a Rain e Lady Lullaby que me ajudaram com o capítulo

Diana

Desperto com o frio. Meu peito está descoberto e o ar incomoda. Já é dia, a luz do Sol dança atrás da cortina branca, iluminando o quarto. Mas não é um Sol forte, é algo mais suave. Que apenas ilumina, não esquenta. E isso me dá duas noticias. A primeira é que o dia promete continuar gelado e a segunda é que não parece ser mais que oito horas. Na verdade, deve ser menos, já que meu celular nem despertou.

Estico meu corpo e fico imediatamente tensa. Tem alguém atrás de mim, e ele me aperta forte , com um abraço em minha cintura. E eu sei que é um homem, disso tenho certeza! Sinto em minha bunda algo duro cutucar.

Em seguida, quando tento me virar, sinto a uma dor incomoda entre minhas pernas, que sobe até minha barriga e ali se prende, como uma cólica. Coisa que não tenho há um bom tempo.

Então me lembro da noite anterior. A noite em que eu pirei e dei uma de Tyler! E...

Oh, meu deus! Eu fiz sexo com Theodor Blake!

Meu peito começa a incomodar, com uma pontada forte e percebo que estou começando a hiperventilar. Tento respirar mais devagar e me virar.

A dor é chata, não é algo que necessite de um médico, mas ela incomoda um bocado, mal me movi e já está dessa forma, quero só ver quando tiver que levantar.

Mas será possível que mulher só vem ao mundo para sofrer?

Me viro lentamente, até encontrar Theo deitado de lado. Uma mão está dobrada embaixo de sua cabeça e ele dorme tranquilamente, a outra está firmemente em minha volta.

Estudo seu cabelo, está uma bagunça. Muito pior do que estou acostumada a ver e gosto. Está claro, quase loiro, por causa da luz, e volumoso. Olho no criado mudo atrás do meu celular, mas não está aqui. Não o trouxe para cima, me lembro. É uma pena, eu queria tirar uma foto...

Ergo o edredom negro que nos cobre e vejo-me completamente nua embaixo, assim como ele... Não sei o que vou fazer quando Theo acordar. Talvez eu possa fugir, sair de mansinho e ir pro trabalho e então e o acordar. Com uma mensagem, obviamente, não acho que eu poderia falar com ele tão cedo.

Aí que droga! Isso é tão constrangedor!

Percebo a dor no peito de novo e respiro lentamente, tentando me sentir melhor.

Quando meu peito deixa de subir com tanto desespero, puxo a coberta, deixando parte do meu corpo descoberto e o frio me acerta com tudo. Especialmente entre as pernas, onde me sinto úmida ainda. Não acredito que não tomei banho antes de dormir! Estou me sentindo grudenta lá embaixo.

Seguro a mão de Theo com a minha e tento afastá-la devagar, para não acordá-lo, mas o efeito é o contrário. Ele não apenas me puxa para mais perto, me fazendo ficar de lado e de frente para ele, como também abre os olhos.

E que olhos! Eles estão mais verdes que castanhos, pela luz do Sol que vem da janela.

Outro homem!

Eu não quero sorrir, mas acabo. Ele é lindo. E agora... Não sei... Parece mais. Será que é por causa do sexo? Será que eles soltam alguma coisa com o sêmen, que deixa a parceira totalmente caidinha por eles?

Espero que não, eu estaria perdida!

Em todo caso, o meu sorriso, totalmente oferecido pela bela visão da manhã, é interpretado de forma errada, porque Theo sorri para mim também, mas isso acompanha seu corpo se pressionando contra mim. Seu pênis está na altura da minha barriga e o sinto crescer mais, e isso é tão estranho!

– Bom-dia! — Ele diz sonolento, se despreguiçando e então enterrando o rosto em meu pescoço e passando a ponta do nariz na minha pele.

Fico imóvel, sem saber como agir realmente, e tentando não hiperventilar de novo.

– Bom... Dia...

Sinto sua mão em minha barriga, acariciando-me e constrangendo. Pensei que Theo nem estaria mais em minha casa quando acordasse. É isso que os caras fazem, certo? Por que ele não segue a etiqueta masculina, então? Bem, talvez não seja etiqueta, mas sim uma canalhice, no entanto, eu preferia assim.

Sinto que acabei com nossa amizade e isso está me machucando por dentro. Me deixando em pânico.

– Diana? — Theo senta, ficando inclinado sobre mim. Em seu rosto a preocupação estampada, então percebo. Hiperventilando de novo.

Meu deus, desse jeito vou acabar tendo uma crise, e aí sim, Theo nunca mais vai pisar aqui!

Mas é isso que quero, não? Distância!

Sim!

Não!

Não sei!

– Você está bem?

Essa é uma pergunta cuja resposta depende muito do ponto de vista. Eu ainda não surtei, isso significa que sim, certo? Embora, eu seja obrigada a admitir, que hiperventilar e quase ter um ataque de pânico apenas por encará-lo, pode não ser algo tão normal para ele. Então, de seu ponto de vista, talvez não.

Ofereço a ele um aceno de cabeça e um sorriso. Seus olhos não me deixam e ele não parece confortável.

– Você tem certeza...

Droga, estou fazendo de novo!

Me sento, colocando as pernas para fora da cama e lhe dando as costas. Puxo o edredom grosso ao meu redor. Não tenho coragem nem de olhar para ele. Ainda mais tendo todos os detalhes da noite de ontem voltando tão nitidamente à memória.

O frio é outro incômodo. O chão está gelado e meus pés descalços, e quentinhos, o encontram, me fazendo sentir um leve arrepio. Que em seguida piora, quando Theo está perto, de novo, me abraçando e beijando meu ombro.

Meu deus, ele é um chiclete! Eu preciso de espaço! Estou tão nervosa com isso tudo. Talvez eu devesse ter vivido minha adolescência mais como Julie. Ao menos não estaria pagando esse mico aos 25 anos. Uma piada, é o que eu sou!

–Waffle! — Theo diz animado, me confundindo.

Olho para ele, sentado atrás de mim, com o cabelo bagunçado e um sorriso adorável nos lábios. E eu não quero mais fugir por um momento, só receber um abraço caloroso e ficar a observando seu rosto bonito em seguida.

–Waffle?

– Sim! Com manteiga de amendoim! E uma xícara de café de macho fumegante!

Começo a rir pela combinação horrível que ele acabou de descrever.

– O café acabaria com tudo!

– Me acordaria.

– Você parece bem acordado para mim.

E o sorriso adorável se torna algo malicioso, assim como seu toque, e sua cintura se esfregando em mim. Sinto sua parte íntima, muito dura, cutucar minha cintura.

– É... Estou acordado mesmo!

E a vergonha volta, e com ela a necessidade de ficar longe.

– Eu preciso... Banho... — Me levanto e ando pra longe da cama, puxando o edredom. Me viro rapidamente, quando não consigo tampar meu traseiro e o encontro na cama, sentado e me olhando. E nu. Completamente nu e duro.

Isso é tão surreal! Quando na vida que eu imaginaria me meter em algo assim?

Theo levanta, e percebo que estou perdendo o controle, de novo. Ele precisa sair, antes que a coisa fique feia.

– Você deveria... Ir pra sua casa. Ter o seu café... — Digo, totalmente grosseira, mas sem intenção. Só estou nervosa demais. E vê-lo se aproximando, lentamente, com esse jeito todo predatório, não está ajudando.

– Mas eu... — Ele para de frente para mim e sua mão se ergue, tocando meu rosto o toque quente de sua pele, na minha bochecha fria é gostoso. Mas só até ele ter a ousadia de usar a mão livre para puxar o edredom de mim. - Quero ficar!

Dou um grito abafado quando sou deixada nua na frente dele e tento recuperar a coberta, mas Theo está com seu corpo colado no meu e seus lábios se grudam em minha testa, então sou abraçada, carinhosamente. E só não é algo inocente, por causa da nossa falta de roupa e a ereção incômoda dele na minha barriga.

– Não tenha vergonha. — Ele diz sério, segurando meu rosto entre suas mãos e me forçando a olhá-lo. Me sinto tão infantil. Tão exposta!– Embora eu adore suas bochechas vermelhas. Você é uma graça, Dia. — E então beija minha bochecha.

Quando acho que não pode ficar pior, ele passa uma mão em minhas costas e se inclina, passando a outra por meus joelhos e me erguendo.

– Meu deus, Theo! Me coloca no chão! — Seguro firme em seu pescoço, com medo de cair. Tento esconder meu rosto em seu peito, evitando olhar para minha própria nudez. Ela me constrange. Ainda mais que a situação de ser caçada por Theo.

– Só se for para fazer meu café e meu waffle. — Ele diz animado, caminhando comigo em seu colo.

– Eu faço! Eu faço! Agora me coloca no chão!

E os lábios estão de volta, tocando minha bochecha, então abro os olhos, encontrando os dele e logo desviando.

– Depois do banho, já que faz questão!

Estamos no meu banheiro e ele finalmente me desce.

Quando meus pés encontram o piso gelado, outro arrepio percorre meu corpo.

Theo está tão à vontade, como se fosse normal não usar roupas. Ele vai até o boxe e liga o chuveiro, testando a temperatura da água. Eu sei que deveria ter aproveitado esse tempo para escapar dele e me trancar em algum lugar, conseguir uma distância! Mas não, eu fico olhando para seu traseiro. É ainda mais bonito fora da calça.

– Gosta do que vê? — Olho para seu rosto, envergonhada, porém já não em pânico como antes. Mas cubro meus seios com um braço e minhas partes com uma mão.

– Talvez...?

– Bem, eu gosto do que vejo. Embora com as mãos erguidas me pareça melhor...

E ele vem para minha direção de novo, mas não me agarra. Me estende a mão. E eu não aceito, claro!

Não, mentira! Eu aceito prontamente e me censuro por isso. O que adianta a boca dizer não e o corpo sim?

Theo me empurra para dentro do boxe, para a água quente e confortável. E fica de fora, mexe em meu armário e pega duas toalhas, deixando-as próximas. E então entra.

E meus olhos então grandes, arregalados, e estou em choque com tamanha indiscrição desse homem.

Ele fecha o vidro, nos deixando presos no espaço pequeno, embaixo da ducha.

Theodor

A primeira coisa que percebi ao acordar, na primeira vez, era que Diana continuava na mesma posição. Ainda estava escuro, e o silêncio na rua denunciava ser de madrugada.

Acendi o abajur e desci, atrás do meu celular. Quando voltei, ela não havia se mexido. Aliás, parecia nem respirar. Me aproximei para sentir sua respiração em minha pele e só assim relaxei.

Acho que nunca dormi com uma mulher que não fosse espaçosa. Me senti até incomodado com a quietude de seu corpo, encolhida do mesmo espaço, desde que adormeceu.

Acordei mais duas vezes depois disso, com dor por ficar na mesma posição para poder abraçá-la. A última foi pouco antes dela despertar. E então fingi que dormia, para ver sua reação.

Foi estranha.

Ela parecia prestes a explodir e eu queria deixá-la quietinha, ter seu tempo, até se acostumar com minha presença ali. Queria que ela ficasse à vontade comigo. Mas tive que me manifestar, mostrar que eu estava ali, já que as coisas não pareciam caminhar para um bom lugar.

Depois do que aconteceu, eu acho que comecei a entender um pouco melhor Diana. Sua teimosia não vinha de qualquer pretensão a ser superior ou difícil. Ela era, simplesmente, inocente.

Não de um jeito bobo e infantil. Diana é uma mulher bonita, decidida, mas suas reações, suas fugas e todo desejo reprimido em seus olhos, pareceu apenas... Medo. Medo de ser descoberta.

Ela não tem que se envergonhar de chegar a sua idade intocada. Eu diria o contrário. Embora isso tenha mexido comigo. Mas, o fato dela não começar o dia me chamando de arrombador me deu uma certa confiança. Até que vi, quando ela levantou da cama, uma pequena marca vermelha em sua coxa. Sangue seco. E só piorou quando eu olhei seu pescoço com mais atenção e percebi os chupões.

Se ela não tinha perdido o controle até agora, e ela estaria prestes a fazer isso a qualquer momento, ver sua pele marcada certamente tornaria as coisas impossíveis para mim.

Então, eu me obrigo a ser um homem das cavernas por necessidade, erguendo-a e levo para o banheiro. E falo com ela. Esse é o segredo. Fazê-la pensar em outras coisas.

– Eu adorava quando a babá me dava banho. Quando eu era pequeno. — Digo, quando estamos finalmente confinados no boxe, com o chuveiro ligado. Sem opção de fugir agora.

Ela parece surpresa.

– Eu não quero ouvir isso! — Ela diz, envergonhada, com as bochechas vermelhas.

Não demoro nada para entender a forma que ela interpreta minhas palavras.

– Que mente poluída. — Digo, olhando ao redor e procurando um sabonete. O que acho é um frasco de sabão líquido. O pego. — Ela brincava comigo.

– Oh, meu deus! — Vejo a perversão estampada em sua face. E o horror. Ela entendeu tudo errado. E é muito engraçado, apesar de tudo.

– Na banheira, sua boba! Ela me deixava levar os brinquedos. — Vejo seus ombros baixarem, em uma posição relaxada, finalmente. Coloco sabão em minha mão e deixo o frasco na prateleira. — Eu era muito pequeno, 5 ou 6 anos, talvez. E quando meu pai saia, ela sempre enchia a banheira do quarto da mamãe e me deixava levar brinquedos. Eu me lembro disso apenas, a banheira, brinquedos e ela contando histórias.

Esfrego as mãos, para espalhar e dividir o sabão e então toco os seios dela. Dia dá um passo para trás, batendo na parede fria e recuando para junto de mim de novo.

Passo a mão pelos seios e pescoço, sem nenhuma intenção que não seja lavá-la. Sua pele é branquinha, sem machas, e macia. É gostoso de tocar.

– Por... — Sua voz vacila. E seguro o sorriso. Ela está afetada. E eu também, mas continuo a tocando sem a intenção de fazer mais. — Por... Que... Precisava brincar... Escondido? — Solta o ar, aliviada por conseguir acabar de falar. Uma graça.

É uma boa sensação, saber que sou capaz de mexer com uma mulher nesse nível. A deixando tropeçando em suas próprias palavras. Ou talvez não seja sobre deixar uma mulher assim, mas essa em especial.

– Não era coisa de homem! — Digo, tentando ser casual e não me incomodar com a lembrança. Nem deveria falar sobre isso, só queria distraí-la.

– Eu não sou homem... — Ela diz e captura minha mão, me impedindo de tocá-la. — Mas, eu acho que te compreendo. — Consegue falar com firmeza agora — Minha mãe não gostava que eu perdesse tempo com coisas... Fúteis.

– É isso... — Solto minha mão de seu aperto, e ainda olhando em seus olhos, me aproximo de novo. Dessa vez uso as duas mãos, passando pela barriga, costas, bunda e voltando pra frente. Esfregando entre suas pernas.

Diana respira com dificuldade, mas ao menos não com pressa como antes. Parecia prestes a ter um ataque de pânico. E agora... Curiosa talvez. O que a relaxa o suficiente para não pirar.

– Eu posso tomar banho sozinha...– Sussurra, ainda de olhos fechados.

– Eu sei...

– Você está com mau hálito...

Demoro um momento para entender o que ela diz. Então tiro a mão de suas coxas e a puxo para baixo da água, enxaguando seu corpo.

– Na verdade – Começo, segurando para não rir. Adoro essa espontaneidade que ela tem. — Essa é você! Eu escovei os dentes pouco antes de você acordar.

Ela me olha chocada.

– Você dormia quando eu acordei! — Ela diz, com a mão na frente da boca agora.

– Eu estava fingindo!

Começo a rir e alcanço o frasco de sabão, despejando em minha mão mais um pouco, e então começo a me ensaboar.

– Oh, meu deus! — Sua expressão de espanto é fofa. Me faz ter vontade de dizer coisas escandalosas, só para ela continuar fazendo.

– Meu deus, meu deus, meu deus! Enroscou o disco? — Debocho dela, que tira a mão da boca e me dá um tapa no ombro. — Fica quieta, mulher!

– Seu homem das cavernas! — Ela diz rindo, visivelmente relaxada, finalmente, e isso me deixa mais que feliz. Me deixa com a sensação de trabalho cumprido.

Diana

Theo me deixa sozinha no banheiro quando acaba o seu banho. Tive tempo para fazer xixi, finalmente, e escovar os dentes. Então ele estava de volta, de cueca boxer preta, camisa branca aberta e cabelos escovados para trás, pedindo para serem bagunçados.

Ele deixa a porta do banheiro aberta e fica no quarto, fazendo sabe-se lá o quê!

Simplesmente não consigo aceitar que isso não seja um sonho. É tudo tão constrangedor e pessoal. E... Eu não quero Theodor aqui, porque isso implica que eu estou aceitando suas intenções, sejam elas quais forem.

– Você está me perseguindo! — Digo, enquanto saio do banheiro enrolada na toalha, ele está na frente da minha penteadeira, mexendo no cabelo.

– Só quero ter certeza de que você está bem. — Me encara.

Estar bem... Acho que o que ele quis dizer foi “Ter certeza que você não vire uma maluca!”.

No entanto, eu sou grata por sua abordagem tranquila, e por não ter tocado no que aconteceu ontem. Esse seu jeito brincalhão é o que me tem mantido no controle.

– Eu gostaria de um momento para me trocar. — Digo a ele, que simplesmente se senta em minha cama e fica me encarando.

– Não se incomode comigo, finja que não estou aqui!

– Você está tão engraçadinho essa manhã, Theodor! — Uso seu nome para provocar.

– É que tive uma excelente noite, Diana! — Ele pisca.

– Sério, Theo! — Deixo as mãos na cintura. — Estou com frio e não vou me trocar na sua frente.

– E por que não? Eu já te vi nua. Já beijei boa parte de desse corpo maravilhoso e estive dentro dele, inclusive...

– Oh, meus deus! — Vou até ele e o puxo da cama, o levando em direção a porta.

Ok, entendi! — Resmunga.

Ele vai para a fora, mas não sem antes se virar e capturar meus lábios. E então sai, com seu andar elegante, como se fosse o rei do mundo.

Sorrio quando ele não pode mais ver meu rosto.

Como ele é terrível!

Vou para frente do espelho e tiro a toalha, me estudando. Será que haverá alguma mudança em meu corpo?

Olho em minha barriga e passo a mão, sinto aquela dorzinha incomoda no meu íntimo quando me movo. Então, meus olhos sobem, primeiro para meus seios, onde Theo me tocou com a boca e então para meu pescoço...

– Oh, meu deus! — Me aproximo do espelho, não acreditando no que meus olhos vêm. Em cada lado do meu pescoço um hematoma. Também conhecido como chupão.

– Maldito seja, Theodor! — Grito.

Notas finais
E ai? Eu teria aproveitado mais esse banho... (╭☞ ͡ ͡° ͜ ʖ ͡ ͡°)╭☞ Bj bjs ;)