À flor da pele

10 Conselho de amigo


Notas iniciais
Voltei! Desculpem pela demora, é que eu sofri de um bloqueio de criatividade danado com essa fic. Sabia tudo que precisava colocar no capítulo, mas não sabia como começar ele. Foi angustiando não conseguir escrever. Para minha felicidade, e de vocês, eu acho, contornei a situação e agora o negócio foi. Olha, vou postar um capítulo por dia, ou um dia sim, um dia não, vou decidir ainda. Vai ser assim até um dia depois da festa do Theo, depois darei uma parada porque tenho uma fic fechando e preciso me concentrar nela pra dar nó em todas as pontinhas u.u E é isso, desculpem a demora, eu sei como é ruim esperar capítulo novo, e boa leitura!

Diana

Acordar sem o despertador, que delicia! Até levantar a cabeça e perceber que a noite foi uma droga!

Por que uma droga?

Bem, quando você tem uma dor de cabeça infernal pela manhã e a lembrança da noite passada se torna nublada, então, boa coisa é que não é.

Me ajeito na cama, me sentando aos poucos. Sol está ardido do lado de fora da minha janela e parece perfeito para secar roupas.

Me descubro, percebendo que ainda uso o vestido de ontem. Vestido que deitei no chão, disso eu ainda me lembro. Fico em pé, e retiro as cobertas da cama, lençóis, fronhas, e deixo tudo no chão. Vou para o banheiro, me sinto imunda.

Tiro meu vestido, roupas íntimas e adesivos protetores que Theo colocou em minhas mãos ontem. Entro no boxe, ligando o chuveiro. Espero meio minuto até esquentar e me lanço ali. Deixo a água escorrer sobre meu corpo primeiro, depois pego meu frasco de sabote líquido e o esfrego em minha pele. É como se eu estivesse me libertando de alguma coisa. Mas, a verdade é que preciso me libertar de alguém. Tyler!

Eu estava bem, sério mesmo! Até pisei em casa de tênis nas últimas semanas. Dei grandes passos, até que ele decidiu aparecer em casa. Toda vez que Tyler decide passar algum “tempo mais” comigo a coisa desanda. Eu o amo, ele é meu melhor amigo, muitas vezes a única família disponível, mas ele me mata. Ele acaba com minha sanidade.

Mas chega dele por hoje.

Vou limpar a casa, colocar minha vida no lugar enquanto ele não aparece. O que não acho que demore muito. Ele quer comprar as fantasias hoje.

Eu preciso do convite que ficou no carro de Tyler. Não sei sobre o local da festa, não sei se é à fantasia específica ou não. Não consegui acabar de ver o conteúdo do convite e ligar para meu amigo e pedir é que não vou. Gelo nele, Diana!

Respiro fundo, tentando afastar a raiva crescente em meu peito. Eu sou do tipo que não pode se dar o prazer de perder o controle. Para algumas pessoas isso não significa muito. Talvez alguns pratos quebrados, xingamentos, amizades desfeitas. Mas eu não sou assim. Acho que esses males são aceitáveis. O meu fora de controle? Intolerável.

Desligo o chuveiro e puxo uma toalha. Não lembro de tê-la colocado aqui ontem. Ty que deve ter feito isso.

Me enxugo, evitando abaixar a cabeça e secar os cabelos. Afinal, a dor de cabeça continua firme e forte. Me enrolo na toalha e saio do banheiro. Vou direto para a cômoda e coloco novos adesivos sobre os arranhões, depois caminho para o guarda-roupa. Abro a gaveta de calcinhas e pego uma grande e confortável. Tyler diz que eu compartilho o mesmo gosto que sua avó por roupas íntimas. Mas por favor, por que usar uma calcinha bonita que vai marcar minha bunda, deixar com uma cintura dupla e ser desconfortável?

Eu não serei uma escrava da beleza. Mas, mesmo assim, eu ainda tenho uma dessas calcinhas bonitas feita pelo diabo. Aquilo entra entre as nádegas e você tem que andar como se alguém estivesse puxando seu rabo para cima. As mantenho apenas para... Uma emergência, talvez?

Nunca se sabe quando o príncipe encantado vai bater à porta e querer te ver nas “roupas de batalha”. Melhor garantir!

Abro a gaveta de sutiã e me surpreendo ao achar o corpete que ganhei. Acabei não falando com Tyler sobre esse disparate. E bem, agora é que não falarei mesmo.

Gelo nele, Diana!

Aquele abusado deve ter guardado a peça. É um sem noção mesmo. Ela nem foi lavada!

Calma, Diana, calma!

Puxo um lençol da pilha de roupa de cama que separei para lavar. E abro no chão, tiro todas as peças da gaveta e jogo ali. Pego uma camiseta branca e um shorts de malha, confortável, e os visto. Começo a recolher as pilhas no chão e vou caminhando, com muita dificuldade, para fora do quarto, em direção à escada.

Ciente do machucado que ganhei um dia atrás, mais o menos, eu decido que é melhor não tentar descer com tudo isso nos braços, então solto as trouxas degraus a baixo.

Olho meus pés descalços e vejo o hematoma na minha canela. Tem uma coloração roxa em algumas partes e um leve tom esverdeado em outras. Isso está horrível. A batida foi pior do que imaginei.

Desço as escadas pegando os emaranhados de cobertas e a trouxa de sutiã. Vou para a lavanderia e já separo as cobertas que são mais grossas. As coloco na máquina, acrescento sabão e álcool. Então ligo. Abro um armário e pego um par de chinelos. Já estou mais calma. Descer descalça nessa casa suja é um bom ponto para provar isso.

Me sinto orgulhosa de mim mesma por vencer essa pequena batalha. Isso é importante para mim. Importante para ter controle.

Quer dizer, não é como se eu fosse uma total descontrolada em momentos de estresse. Eu sou apenas uma mulher. Isso é comum, oras! Surtamos mesmo e isso é mais que um estado de espírito desencadeado por estresse ou provocações. É uma característica. Uma batalha para cada mulher lutar diariamente. Se controlar ou deixar a besta interior tomar conta. Às vezes dá vontade de deixar a segunda opção prevalecer...

Volto para cozinha, a fim de ver os estragos de Tyler.

Por incrível que pareça, não está tão ruim. Os aparelhos de fondue foram esvaziados e estão com água dentro da pia. Os potes de frutas e carne foram lavados e apenas o chão contém alguma sujeira. Olho para o micro-ondas, onde o relógio marca 12:06. Não é à toa que estou começando a sentir a dor de cabeça mais forte, assim como pontadas no estômago.

Abro minha geladeira, indo ao compartimento congelado. O meu pote de sexta feira ainda está ali. Ótimo! A única vantagem de ter Tyler em casa. Sobra comida!

Tiro a etiqueta e levo ao micro-ondas, então vou para sala.

Os travesseiros ainda estão espalhados, mas a mesa de centro está limpa.

Entro no escritório e pego um paracetamol em minha bolsa. Tiro meu celular no carregador e pego a garrafa de água. Tento segurar os dois objetos grandes no braço em que tenho o comprimido na mão e então pego os travesseiros com a outra. Apenas 3 deles. São muito grandes e se tentar empilhar mais que isso eles caem.

Voltando a cozinha, deixo os travesseiros caírem no chão, perto da porta da lavanderia, Deixo a garrafa vazia na pia e pego um copo no armário. Deixo o celular na bancada antes de o encher com água gelada e tomar o comprimido. Então volto minha atenção para o micro-ondas. Hora de comer.

***

Termino o último degrau da escada.

Mal acredito que acabei. Meu corpo reclama do trabalho. Eu esfreguei cada canto dessa casa com água sanitária, sabão e álcool. Depois passei cera. Minhas roupas estão lavadas e a maioria dobrada e ainda são cinco da tarde. Eu sou uma máquina!

Levo o material usado para a limpeza para a lavanderia. Coloco tudo no lugar e vou para fora, para recolher os travesseiros que deixei tomando Sol. Está calor e de dia ainda, fico tentada a colocar um biquíni e obter o mínimo de cor para minha pele pálida.

Olho em volta, para as janelas que dão para meu jardim. Acho que não é uma boa ideia. Quem sabe amanhã cedo quando os vizinhos estiverem dormindo ou na igreja.

Entro com os travesseiros e empilho tudo em cima da máquina. Decido deixar para guardar amanhã. Preciso de um banho, uma boa comida e trabalhar um pouquinho para exercitar a mente.

Tranco a porta que dá para o jardim, a da lavanderia e paro na cozinha, estudando o cômodo limpinho, brilhante, cheiroso. Me sinto calma agora. É como se eu estivesse em um paraíso. Penso no que vou jantar hoje e acho que posso me dar de presente um jantar fora, para manter o lugar impecável por mais algum tempo.

Sim, isso parece bom.

Pego minha garrafa de água na geladeira e meu celular no balcão. Tem algumas mensagens, mas espero até chegar o quarto para abrir. Sinto fisgadas em minha canela quando ando. Acho que aprendi uma lição para vida toda...

Vou para meu banheiro e me sento sobre a tampa do vaso. Nada de cama para mim até estar limpinha. Abro as mensagens, nada do Tyler. Pelo jeito esse estúpido me esqueceu, o que é péssimo! Como vou castigá-lo se ele não vem atrás de mim?

Tem quatro mensagens, três do Theo e uma da minha irmã.

Abro primeiro a de Julie, minha irmã caçula.

“Diana, preciso saber quais são seus planos para Ação de Graças, me responde quando puder. Ou liga!”

Não tenho visto minha irmã direito desde que nossos pais se separaram, quando eu tinha 14 anos e ela 12. Hoje, 11 anos depois, nosso relacionamento não progrediu muito. Nos vemos mais ou menos duas vezes ao ano. Geralmente no aniversário do papai e ação de graças ou natal. Minha mãe e meu pai tem essa coisa de ódio eterno e isso colabora muito na divisão da família.

“Vou para casa do Tyler, mas nos vemos no natal.”– Envio.

Não posso dizer que sinto muita falta dela. Foi tempo demais longe. Já superei há muito tempo o vazio que ficou. Costumávamos sermos grandes amigas, mas, as coisas mudam.

A resposta dela chega enquanto ainda estou em meus devaneios. Abro.

“Certo... Bom feriado. Amo você, Diana.”

“Obrigada, para você também. Amo você, Julie.”

Bem, é assim que é nosso relacionamento hoje em dia. E pelo “bom feriado”, já fica claro que não pretendo ligar, ou ela. Claro que, não é como se isso fosse uma grande coisa. Algumas coisas só são assim e pronto. Não tem explicação. Nosso relacionamento se tornou isso. Algo sem explicação. Fim.

Para que insistir?

Abro as mensagens de Theodor. A primeira é de 11 horas.

“Bom-dia, Dia! Como está a cabeça? E o mundo? Se nenhum dos dois estiver rodando (Ou pelo menos um deles não) e você estiver de pé, quer almoçar comigo?”

Hum...

Abro a próxima, é de três da tarde.

“Ok, sem almoço... Será que está se divertindo em busca da sua fantasia? Me conta o que escolheu depois, quem sabe possamos combiná-las”

Combinar fantasias? Bem, acho que não terá tema especifico então...

Abro a terceira mensagem, essa é de 10 minutos atrás.

“Jantar, então?”

Sorrio, mas mordo minhas bochechas por dentro, não quero sorrir. Ele só está sendo gentil, nada mais. Provavelmente o convite incluem Tyler e Jane.

Encontro o número dele na lista e aperto chamar. Vou pelo menos me desculpar e explicar o porquê de não respondê-lo antes. Apenas uma questão de educação.

Espero que ele não esteja ocupado. O que é bem possível. Ele é um homem importante e certamente tem a agenda bem cheia e...

– Alô!– Atende no segundo toque.

– Ah... oi, Theo... — Não estava esperando que ele atendesse tão rápido. O que há com esses homens e toda essa pressa em atender telefone? Deveria ser regra de etiqueta só atender no quarto toque.

– Jantar? — Ele repete a mensagem.

Sinto meu corpo vibrar de ansiedade e os dedos dos pés se apertarem ligeiramente. Por que foi que eu liguei mesmo?

Ok...– Me ouço dizer.

– Te pego as sete, fica bom?

Não acredito que eu concordei! Ele me beijou ontem, eu deveria fugir. Quer dizer, não fugir pelo beijo, mas porque... sem porquês. Sou covarde, admito!

– Hum... ok...

Te vejo em breve, Dia. Tchau...– Ele sussurra a despedida, com voz rouca.

Oh... Uma quentura sobe pelo meu corpo.

– Tchau... — Engulo seco. Mas o que foi isso?

Vasculho em minha mente algo que possa ter inspirado tal rouquidão tão.. tão... oh, nossa, tão sexual.

Fico por um momento olhando para a tela do celular meio perdida.

Acho que estou um pouco enferrujada com encontros. Acho que último que tive foi há um ano atrás, mais ou menos, com um amigo do Tyler, que se mostrou igual ou pior que meu amigo no quesito personalidade. E bem, um Tyler já me basta.

Consulto o celular, falta uma hora e meia para ele vir. Coloco o aparelho sobre a pia e me dispo rapidamente colocando as peças sujas no cesto, tiro os adesivos e entro no boxe. Dessa vez tomo um banho caprichado, com todos os produtos que meu arsenal feminino me permite para o banho. Ao sair, me enxugo e visto um roupão, vou para a penteadeira. Acho meu secador e o ligo. Passando pelos cabelos que logo enrolam. Então os escovo e vou para chapinha. Só preciso alongar um pouquinho os fios. Quanto mais longo ele parecer, menos assustadora eu me sinto. Não que eu seja feia ou coisa do tipo. Só não me acho bonita e o cabelo ajuda bastante na autoestima.

Quando acabo, começo a me maquiar. Pó, lápis nos olhos, máscara nos cílios, blush, brilho labial. Ok, talvez um pouco exagerado, não passo todas essas as coisas nem para o trabalho, que é o único lugar que me dou ao luxo de ir maquiada.

Acho meu relógio e o visto. Brincos de pérolas pequenas e delicadas. E então vou para o guarda-roupa. O dia foi quente, a noite segue o mesmo padrão. Opto por um vestido azul com flores vermelhas, soltinho da cintura para baixo. Ele tem mangas curtas e um decote bem comportado em V, nada cavado. Encontro um salto e o calço, mas desisto. Elevar um pouquinho que seja o pé causa uma dor completamente desnecessária na canela. Então, encontro uma sapatilha vermelha e a visto. É estranho não estar tão alta quanto no trabalho, e me sinto até feia só pela falta do salto. Não parece certo ir para um jantar assim.

O celular apita, avisando que tem mensagem nova. O recupero no banheiro rapidamente.

“Já estou na frente da sua casa, mas não se apresse. Leve seu tempo ;)”

Olho o relógio, exatamente 19 horas. Pontual...

Me sinto momentaneamente em pânico por não saber se saio me achando feia ou se colo um salto. Coço a costa da minha mão, me deparando com o adesivo e é impossível não sorrir. Isso foi... Uma grande gentileza.

Por fim coloco o maldito salto. Saio do quarto e na metade da escada dou meia volta e pego a sapatilha. Sem chance de usar salto por alguns dias. O choque na escada foi pior do que eu imaginei.

Desço com o celular na mão e vou para o escritório, onde recupero minha bolsa preta. Então saio de casa, deixando a luz de fora acessa e trancando a porta.

Mal posso acreditar que vou sair com Theodor Blake. Isso é surreal! Caras como Theo não saem com mulheres como eu. Há uma pirâmide e nela eu estou no último degrau. Meu vestido pouco a cima dos joelhos deixa isso claro. As revistas sempre tem alguma foto dele com alguma modelo muito, muito gostosa, com peças de roupas caríssimas e de comprimentos reveladores.

Talvez Theodor seja algum tipo doentio que acha que pode, e deve, comer todas as mulheres que aparecem à sua frente. Se for isso, ele tem um sério problema nas mãos. Ele não vai tocar nem mesmo em um fio de cabelo meu antes que suas intenções fiquem claras e que saiamos pelo menos por 7 encontros. Eu sou mulher, preciso me defender de aproveitadores, ora!

Passando do portão, e o trancando, encontro um carro prata do lado de fora. Não é o mesmo que vejo todos os dias com seu motorista. Esse é diferente, do tipo que eu não faço a menor ideia de como se chama, é chique, e com apenas dois lugares.

Theodor desce do carro e... Uau!

Ele usa jeans escuros e uma camisa branca, com as mangas dobradas. Isso caiu bem nele. Branco o deixa perfeito. Aliás, tudo parece lhe cair bem e deixá-lo perfeito.

– Uau! — Ele diz, praticamente lendo minha mente. — Você está linda! — Seus olhos acompanham meu corpo, dos pés à cabeça.

– Obrigada. — Sinto as bochechas ganharem alguma cor. — Você... Está ótimo. — Acho que foi uma bobagem aceitar esse convite. Se eu tivesse pelo menos pensando no que a mensagem dele dizia, antes de ligar, certamente as coisas seriam diferentes agora.

Mas eu as quero diferente?

– Pela coloração dessa canela bonita, não seguiu meu conselho.

Ele se aproxima, e toca meu braço, se inclina e deposita aquele beijo tão abusado em minha bochecha. Aquele que não pega completamente ela, mas uma parte dos meus lábios. Ele precisa parar de fazer isso, ou meus 7 encontros vão por água a baixo. A parte de não tocar nem nos meus fios de cabelo já foi.

– Que conselho? — Me obrigo a voltar para a realidade.

Me sinto nervosa. Tá certo que faz tempo desde o último encontro, mas não é como se eu nunca os tivesse tido.

– De por gelo...

Sua mão descansa, espalmada, em minhas costas. Estamos muito próximos, posso sentir seu cheiro se apegar a meu corpo, quase em uma carícia. Ele abre a porta do carro e entro. Depois de fechar ele entra no lado do motorista.

O carro tem cheiro de couro e seu perfume. Isso é muito excitante.

– Quando foi que me deu tal conselho? Temo que minha cabeça ainda não parou de girar o suficiente para as lembranças voltarem.

Ele sorri e me estuda. Não faz menção nenhuma de ligar o carro. Não tem pressa.

– Quando a deixei em sua cama, essa manhã.

Oh, santa merda!

Notas finais
Hummm.... na cama... Digo nada, só observo e.e Olhem o vestido: http://4.bp.blogspot.com/-CIt16nFiAlc/UfVolz0v14I/AAAAAAAADS8/t22DcvQLEKw/s400/vestido-eleagente-corte-princesa-vintage.jpg Eu achei a carinha dela u.u ************************************ Indicações do dia 1º - Se você gosta de Elvis Presley, Shakespeare, e toda a magia dos anos 50, aqui é, definitivamente sua praia. Se não gosta, também é ahahaha XD http://fanfiction.com.br/historia/480371/Horizon/ 2º Já pararam para pensar em como seria nossa vida sem música? Bem, a Rain pensou. Essa é uma one muito bem escrita, envolvente e dá uma pequena visão, desagradável tenho que dizer, de como seria um dia sem essa maravilha. Adorei a leitura e preciso dizer, mais uma vez, quero continuação *--* http://fanfiction.com.br/historia/338936/O_Dia_Em_Que_A_Musica_Morreu/ 3º Hentai minha gente, amo! Hehe Essa fic é do fandom do Hakushaku to Yousei , não precisa conhecer para ler. Aconselho as outras fics da autora também, para conhecer melhor esse casal. Eles são tão fofos *--* http://fanfiction.com.br/historia/540265/As_Rosas_Como_Testemunhas/ Deem uma passadinha e deixei um recadinho e incentivem esses autores lindos e talentosos ;) Bj bjs