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Capitulo 15 Repostado


POV. Clary

— Okay, isso foi muito estranho – falei assim que Jace fechou a porta.

— Não importa agora, o que importa é que eu quero certa ruiva em cima da minha cama sem nenhuma roupa no momento – Jace sussurrou no meu ouvido dando uma mordidinha depois e eu cai na gargalhada.

— Bobão – falei e dei um beijo nele.

Jace foi me beijando devagar, depois aumentou a velocidade do beijo, deixando mais feroz, e dois segundos depois, estava em seu colo indo em direção ao nosso quarto.

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— Sinta isso como uma previa da nossa lua de mel – ele falou e eu ri.

Depois que fui colocada em cima da cama e beijada e dando o beijo com todo o amor que eu possuía por ele, nada mais abalaria minha vida, tenho o homem que amo bem aqui na minha frente, tudo será perfeito daqui para frente.

Espero.

Alguns dias depois, Sebastian realmente se aproximou de Lilly como um pai arrependido, mas não irei contar a verdade a minha filha ainda, ela não precisa disso agora, mais para frente, ela precisa se acostumar com ele primeiro.

Aline virou minha “amiga”, ainda acho que é tudo falsidade, mas ela me chama para ir ao shopping com ela, onde só ela compra roupas porque acho que já tenho roupas o suficiente pelo resto da minha vida.

Izzy está ficando mais nervosa ainda comigo, faço questão de marcar um encontro com Simon toda vez que saímos, Izzy queria fazer de tudo para não ficar mais perto do meu primo, mas eles se amam, e tem que ficar juntos.

Mais uma novidade, Alec e Magnus irão se casar, finalmente chegou o dia, Magnus foi pedir ajuda a mim e Izzy, mas eu deixei passar, estava procurando coisas para o meu casamento meio que em segredo ainda, vendo salões, vestidos, só para deixar Jace feliz, ele as vezes me fala de um salão e eu vou atrás para ver como é e depois comento com ele o que eu achei.

Ele está tão feliz com tudo isso, as vendas da Tiffany estão ótimas, a nova coleção está um sucesso, continuo sendo a modelo da marca e de algumas propagandas também. E o pior foi o convite que recebi a uns dias atrás que eu recusei na hora, mas não falei disso para o Jace porque é capaz que ele surte.

O grande problema é que recebo mensagem toda hora perguntado se eu mudei de ideia.

— Clary – escuto Jace me chamar da porta da sua sala e olho para ele – Está pronta para almoçar?

— Claro, só vou pegar minha bolsa – falei e fui até o armário pegando minha bolsa e meu casaco preto.

roupa: http://www.polyvore.com/cap_16/set?id=148999592

Nova Iorque estava entrando em seus dias de inverno e eu aqui de saia. Fomos até a entrada principal onde o carro de Jace já se encontrava na porta da empresa. Jace não gosta de ter motorista, ele tem Joshep por causa da ligação que tem com ele desde criança e no final ele acaba ajudando Marie a fazer as compras da casa.

Fomos ao restaurante que eu mais gosto, de comida japonesa, melhor comida que existe, tirando lasanha, claro, e sorvete. Só coisa que engorda, mas fazer o que se é bom. Meu celular começou a tocar de novo e eu até sabia quem era.

Jace olhou para mim quando fingi não ser meu celular.

— Não vai atender? – ele perguntou e eu neguei. – Por que?

— Porque eu já sei quem é – falei e peguei o celular da bolsa e realmente eram eles.

— Deixa que eu atendo – ele falou e pegou o celular da minha mão.

Ferrou.

— Alo.... Não a Srta. Fray não pode atender no momento... Digo a ela que você ligou perguntando da resposta. Obrigado – Jace desligou o celular, ele me entregou com cara de poucos amigos e em me encolhi na cadeira.

— Eles me ligaram na semana passada e eu recusei as fotos, mas eles acham que eu vou mudar de ideia. – Tentei explicar.

— Da onde você acha que era? – ele perguntou e eu abaixei meu tom de voz para falar.

— Playboy – falei bem baixo e ele perdeu um pouco a cor.

— Ainda bem que não eram eles, era da Victoria Secret, querem você como modelo – ele falou e eu dei um sorriso;

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— Serio? Como modelo? – perguntei animada e ele fechou a cara.

— Porque a animação, você não vai fazer ne? – ele perguntou e eu fechei a cara dessa vez.

— Eu vou fazer, é Victoria Secret, se eu recusar, a Izzy iria me matar – falei e ele se encostou na cadeira e não falou mais nada.

O almoço foi chato, nós sempre conversávamos, agora, só por causa da Victoria Secret ele ficou revoltado? Que se dane também, eu vou fazer essas fotos sim, ou desfilar, sei lá, é uma oportunidade única.

Voltei ao meu trabalho e liguei para a Victoria Secret perguntando sobre o trabalho.

— Como um dos nossos grandes desfiles está chegando, uma das nossas principais modelos desistiu e queríamos saber se você pode desfilar no dia do desfile, sei que conseguiu ingressos para a gravação, mas queríamos você no palco. Em Londres, daqui a 5 dias.

— Pode separar uma lingerie para mim que eu vou – falei e a mulher do outro lado da linha gritou.

Depois de uma hora pensando em como contar isso para o Jace, bati na porta da sala dele e ele gritou pra eu entrar.

— Goste você ou não, daqui a 5 dias, eu estarei no palco da Victoria Secret – falei e ele concordou sentado em sua cadeira.

— Desculpa, fui duro com você. Você está começando uma carreira de modelo e essa é uma grande oportunidade para você. Você merece – ele falou e eu fui até ele, me encostando em sua mesa na frente dele.

— Você tinha os ingressos pro desfile? – perguntei e ele deu um sorriso sem graça.

— Izzy sempre quer ir e eu com meu nome, consigo os ingressos, na verdade, os ingressos estão com ela.

— Sei – falei e ele me puxou pela perna, me deixando em cima dele. – Não tranquei a porta.

— Não tem problema – ele logo me beijou.

Meu fetiche é fazer sexo com Jace em seu escritório, mas quem não teria se tivesse que conviver com um gostoso como ele. Continuei sentada em seu colo enquanto sua mão subia pela minha perna, até a calcinha que eu estava usando, ele a puxou com força, fazendo um dos lados estourar e pronto, perdi uma calcinha nova.

— Assim não vale – falei sem ar e ele riu, tirando a calcinha do meio da minha perna e jogando no chão.

Ele atacou minha boca de novo e minhas mãos foram para a barra da sua camisa, puxando ela para fora da calça e colocando a mão no cinto da calça, tentando sem sucesso abrir ele.

— Apressada em – ele falou e eu comecei a morder seu pescoço enquanto ele abaixava um pouco a calça – Mas deliciosa.

Nisso ele me penetrou com dois dedos e eu dei um grito.

Continuei a beijar o pescoço dele e a morder junto, ele também gemia um pouco, beijando meu pescoço exposto. Já tirou seus dedos de dentro de mim e eu resmunguei baixo, mas sabia o que estava por vir, ele me acomodou melhor em cima de seu membro.

— Eu amo você – ele sussurrou e me penetrou tirando um grande suspiro de mim.

— Eu também te amo – disse ao meio dos gemidos, beijando seus lábios

Já disse, por mais pornográfico e tarada que for, se você estivesse um Jace em casa, também teria fetiche por fazer sexo em um escritório. O orgasmo chegou deliciosamente rápido e gostoso, como sempre é.

— Espero te ver linda no palco daqui a 5 dias – ele falou e eu sorri.

Nos arrumamos depois do que houve aqui dentro, olhei meu pescoço que continha marcas vermelhas e dei risada, aqui ia ficar roxo, droga.

— Isso não vai sair a tempo do desfile – falei olhando no espelho que tem no escritório do Jace e ele deu risada, arrumando usa blusa dentro da calça.

— Vai sair sim meu amor – ele falou e me abraçou por trás. – Vamos ir para algum lugar depois que saímos daqui?

— Para onde?

— Pandemônio – ele falou e eu neguei com a cabeça.

— Hoje é quinta feira, amanhã podemos pensar em alguma coisa, mas junto com a Lilly – falei e ele concordou. – Droga, esqueci completamente.

— O que? – Jace perguntou e eu olhei no relógio da sua mesa.

— Tenho que ir a reunião da Lilly daqui a meia hora, eu esqueci completamente. – falei e Jace deu risada. – Não posso ir vestida assim, vou ligar para Izzy agora para me trazer uma roupa boa para ir a reunião da minha filha... e uma calcinha.

— A culpa não é minha – ele falou e se sentou em sua cadeira de novo.

— Sei disso – falei e sai da sala, pegando meu celular correndo.

Izzy chegou em 10 minutos, meus cabelos que antes estavam cacheados perderam as ondas e ficaram ondulados, enquanto Izzy não chegava, forcei um pouco mais a maquiagem no olho e deixei meus lábios menos vermelho.

Izzy tinha me trazido um salto preto que ela tinha pego emprestado comigo na outra semana, uma calça jeans preta skinny dela, uma blusa branca com flores desenhadas que eu sabia que ela tinha ganhado de sua tia a um ano e jamais tinha usado antes.

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— Quer dizer que o Jace fez você perder uma VS, preciso conversar com meu primo, Victoria Secret não é uma coisa que se pode rasgar toda hora – ela falou e eu dei risada, pegando meu casaco que estava usando mais cedo e a minha bolsa.

Guardei toda a roupa que estava usando no armário atrás da minha mesa e entrando na sala do Jace. Ele estava lendo alguma coisa em sua mesa e sorriu assim que levantou sua cabeça.

— Estou indo – falei e ele se levantou, pegando seu paletó e afrouxando a gravata.

— Irei com você – ele falou e guardou as pastas que estavam em sua mesa. – Izzy, pode levar isso para a suas queridas amigas Designers.

— Claro, faz tempo que não digo um oi a Camile. Boa reunião – Izzy falou e pegou as pastas saindo da sala em direção aos elevadores.

— Vamos – ele falou e eu ri, ele trancou sua sala e eu desliguei meu computador e nós fomos.

Era a primeira reunião de pais da escola da Lilly que nós íamos, acho que ela se acostumou rápido na escola nova, fez várias amiguinhas e é simpática com todos. A escola era grande e uma das melhores de NY. Essa foi uma das coisas que eu não quis discordar de Jace, sempre quis que ela tivesse uma boa educação.

— Sr. e Sra. Morgenstern, é um prazer receber os dois – uma mulher de uns 36 anos falou para gente, era a professora de Lilly, a Margaret, eu já havia a conhecido quando trouxe Lilly para o seu primeiro dia. – Sr. Morgenstern, prazer, sou a Margaret, professora da Lilly.

— Muito prazer – ele falou apertando a mão da professora.

Entramos na sala e já tinha vários pais lá dentro, junto com seus filhos, Lilly estava sentada em uma mesa sozinha, assim que nos viu, deu um gritinho e se jogou no colo de Jace.

— Oi papai, oi mamãe – ela falou no colo de Jace, dando um beijo na bochecha dele e depois um beijo na minha bochecha. – Olha só meus desenhos.

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Ela nos mostrou todas as atividades que fez na escola, nos apresentou suas amiguinhas e seus pais que apenas sorriam para gente e depois algumas mães sussurravam sobre mim. Nem na escola da minha filha, posso ter uma vida normal.

— Lilly é uma garota maravilhosa, ela é bem esperta para seus quatro anos, sempre tem histórias bem engraçadas para contar, mas estou preocupada sobre o pai biológico dela, ele tem aparecido aqui algumas vezes querendo busca-la, ou aparece na hora do intervalo das crianças querendo vê-la, a Sra. me explicou a situação, e eu compreendo totalmente, mas fico preocupada com a segurança da Lilly, por mais cuidadosos que sejamos – ela falou e eu concordei.

— Mas apenas nos temos autorização para busca-la, correto? – Jace perguntou.

— Sim, é a autorização que a Sra. Morgenstern deixou no primeiro dia da Lilly, são vocês, sua mae Jocelyn, Luke, Isabelle e Joshep e como já foi explicado, todos vocês têm uma foto no nosso registro – a professora explicou.

— Menos pior – Jace falou e me abraçou.

— Será que ele e Aline vão tentar alguma coisa contra Lilly? – perguntei aflita, não cai muito bem no papinho de “Vamos ser amigas” ou “Me arrependo e quero minha filha de volta”.

— Só ficarmos de olho nos dois – Jace falou e eu concordei, não podemos fazer nada agora, apenas ficar de olho.

— Mamãe.... mamãeeee – Lilly começou a gritar e saiu correndo por entre os adultos e algumas crianças.

— Que foi? – perguntei me abaixando para ficar da sua altura.

— O Josh ta atlas de mim – ela falou e eu dei uma risadinha. – Ele quer brincar de pega pega, mas ele sempre ganha de mim, não quelo brincar de pega pega com ele.

— Não brinque – Jace falou ficando da altura dela – Já falei para não ficar perto dos garotos até seus 30 anos minha pequena.

— Mas o Josh é legal – ela falou e fez cara feia para Jace. – Ele é legal papai.

Um menino apareceu atrás de Lilly com a camisa do uniforme toda amassada e seus cabelos castanhos escuros também. Ele era uma gracinha.

— Vem Lilly – ele chamou e ela pulou em meu colo.

— Vai brincar com ele, fala que não quer brincar de pega pega – falei.

Uma mulher de uns 30 anos se aproximou de nós e olhou para o menino.

— Josh, você estava tão arrumadinho hoje de manhã – ela falou e pegou o menino no colo. – Oi, vocês devem ser os pais da Lilly. Sou Tessa, a mãe do Josh

— Oi muito prazer – falei me levantando devagar com Lilly no meu colo ainda.

— Oi – Jace falou ainda olhando o menino.

Dei uma cotovelada nas costelas dele e ele tirou os olhos do pequeno.

— Oi Lilly – a mulher falou e minha filha deu um sorriso.

— Oi tia Tessa – Lilly falou e a mulher deu um sorriso.

— Eu prometi ao Josh que iria leva-lo para tomar milk shake e ele queria saber se a Lilly não pode ir junto, e vocês dois, se não tiverem nenhum compromisso. – Ela perguntou olhando para seu filho que escondeu o rosto no pescoço da mãe com vergonha.

— Nós vamos – falei e Lilly bateu as palmas.

Ficamos mais um pouco na reunião conversando com Tessa, ela era bem legal e uma mãe bem carinhosa, e estava fazendo um ótimo trabalho com Josh, o menino era um anjinho, ficou sentado do lado de Lilly enquanto a mesma fazia um desenho, enquanto os outros meninos estavam brincando de pega pega no meio da sala.

— Lilly é um amor de menina – ela falou e eu sorri – Fizeram um incrível trabalho.

— Brigada – falei olhando para Jace que tinha um olhar orgulhoso e meio triste ao mesmo tempo, eu sei que ele deve pensar. Ele não participou do começo da criação dela, e sei que ele teria amado isso.

Então fomos tomar Milk Shake em uma lanchonete estilo anos 60, era bem divertida, os sofás vermelhos, os bancos altos, as garçonetes de saias rodadas e lenço no cabelo e Beatles ao fundo. Lilly estava com sua boca suja tomando um milk shake de chocolate, eu tinha seguido muito bem minha dieta por muitos dias então eu podia tomar só um, estava com saudades de tomar Milk Shake.

Jace parecia uma criança, de novo, ficou em dúvida sobre os sabores, mas se decidiu em um de nutella, e eu com um de Oreo, Tessa pediu um de frutas vermelhas e Josh ficou com o de chocolate.

— Você é tão nova, teve Lilly com quanto anos? – Tessa me perguntou.

— Eu fiquei gravida com 17 anos – falei – O pai fugiu assim que descobriu.

— Que horrível – ela falou.

— Mas Jace apareceu na minha vida e na da Lilly como se um anjo o tivesse mandado – falei e Jace beijou minha bochecha.

— Que lindo – ela falou e olhou minha mão em cima da mesa. – Não tem medo de sair com um anel desses?

— Tenho pavor, mas Jace implora para eu usá-lo, por mim ele ficaria na minha cômoda – falei e nós rimos.

— Como é ser modelo?

— Difícil não comer pizza, essa é a pior parte – falei e ela deu risada. – Tirando essa horrível parte, até que é bom, só não gosto de ir em restaurantes que parece que meu prato é monstruoso só do jeito que me olham. Já vi duas adolescentes olharam espantadas para o meu Milk Shake agora pouco – falei e Jace deu uma risadinha.

— Eu trabalho como arquiteta, amo o que eu faço, acho que não teria vocação nenhuma para ser modelo - ela falou e eu dei risada – eu sei como é ser mãe solteira, o pai de Josh morreu antes dele nascer com um tumor nos pulmões, achei que minha vida não fazia mais sentido, mas continuei lutando pelo meu filho, assim que ele nasceu, conheci o pediatra dele, tinha acabo de perder a esposa e nos apaixonamos.

“Ele é um anjo que Jem mandou para mim, sem Will, não sei o que seria de mim agora.”

— Que lindo – falei emocionada.

— Eu o amo, assim como amo o Jem, sei que ele colocou Will em minha vida para cuidar de mim e do Josh – ela falou e olhou para o filho que desenha em uma folha e Lilly em outra. – E vocês? Como foi? Lilly se adaptou rápido.

— Até demais e está ficando mimada – falei e Jace sorriu amarelo e olhou o desenho da sua filha.

— Papai coruja, Will faz a mesma coisa, só falta virar um cavalinho de verdade – ela falou e eu cai na gargalhada, Pais corujas, sempre iguais. – Quando precisar levar Lilly em uma consulta, super recomendo meu marido.

— Pode deixar – falei e demos risada e olhamos para nossos filhos admiradas, eles estavam trocando lápis de cor e fazendo uma espécie de retrato um do outro. O desenho da Lilly ficou bom, os típicos traços de criança e o de Josh estava igual, mas ambos perfeitos que nem parece que foi uma criança de quatro anos que pintou.

Mais tarde, depois de pegar o número de Tessa e combinar um passeio no parque, sorvete e coisas que as crianças amam.

— Não gostei nem um pouco desse Josh – Jace falou quando estávamos deitados na cama abraçados vendo um filme aleatório que passava na teve.

— Ele é só uma criança – falei dando risada – E outra, não é como se Lilly fosse sair de casa amanhã.

— Sair de casa, eu já disse que só com 35 – ele falou emburrado – E namorar só com 30.

— Sabe que não pode proibi-la, se não ela vai fazer tudo escondido – eu disse e ele fechou a cara – Luke me mandou terminar com o Sebastian e eu fingi que terminei e olha o que deu.

— Por isso mesmo que ela vai viver com 3 seguranças em volta dela, primeiro porque ela é a herdeira da Tiffany e segundo, nada de galinha dando em cima da minha princesa – ele falou e eu dei um selinho nele.

— Você fica tão lindinho com ciúmes amor – disse dando vários beijos por todo o seu rosto.

— Não é ciúmes, é apenas uma preocupação de pai – ele tentou se justificar e depositou um beijo no meu pescoço.

— Não tente justificar meu bem – disse e ele deu risada. – Daqui a cinco dias praticamente quatro, estarei onde toda a modelo sonha em estar.

— Você merece – ele falou e eu ri, fechando os olhos encostada no ombro dele. – Comprei nossas passagens para amanhã à noite.

— Tenho alguma coisa de urgência nessa sexta feira? – ele perguntou.

— Nenhuma, as designers já foram dispensadas e só voltarão após o ano novo, as produtoras que trabalham com as joias serão dispensadas na próxima semana e seu pai tomara conta de tudo enquanto estivermos em Londres, e claro que Lilly ira com a gente – falei e ele concordou.

— Se minha adorável noiva já organizou tudo para mim, não preciso me preocupar – ele falou dando um beijo na minha cabeça e fazendo um carinho nos meus cabelos.

— Não mesmo – disse.

— Boa noite meu amor, durma bem – ele falou.

— Boa noite – falei e logo fui tomada pelo sono.