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Capitulo 12 Repostado


O casamento da minha mãe finalmente tinha chegado, a arrumação da casa estava a mil, os moveis tinham sidos todos removidos da sala e colocados no porão, a cozinha estava com milhares de canapês, doces e taças, a sala decorada de um jeito romântico com a mesa do bolo montada lindamente.

O jardim estava dividido em duas partes, a parte da cerimonia e a parte da festa, a cerimonia seria ao pôr do sol, um tapete branco cobria a grama verde bem cuidada e uma pequena tenda com um altar onde ficaria os noivos e o pastor.

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Do outro lado do jardim, havia sido colocada uma tenda maior, onde várias mesas estavam e uma pista de dança, tudo o mais simples possível e o mais elegante também. A lista de convidados foi feita por mim.

Minha família toda iria comparecer, apesar que eu não tenho tanto contato com eles, minha mãe liga toda a semana para saber como estão todos, a família da Izzy já que eles fazem parte da nossa desde sempre, a família do Luke, os amigos da oficina dele que são gente boa. Alguns amigos da família, claro, o Sr. Morgenstern.

O dia estava ensolarado, mas com um ventinho gelado, mas estava um lindo dia. Izzy achou melhor minha mãe se arrumar na minha nova casa, ficaria mais fácil e prático, Luke disse para nós não nos importamos com isso e que ele se arrumava em casa mesmo. Jace estava com Marie governando tudo que acontecia.

Izzy decidiu arrumar minha mãe, eu ficaria com a parte difícil de arrumar a minha filha, a pequena Lilly, adorável, mas uma pentelha quando se trata de arrumar cabelo e colocar um brilho nos olhos, outra coisa, ela odeia sapatos de festa, diz que eles apertam seus pês.

O vestido dela era lindo, a parte de cima branca e a saia com um tecido cheios de flores brancas e rosas bem claras, ela a coisa mais fofa que tinha, ela ia usar na cabeça uma coroa de flor com os mesmos tons do vestido, que ela o mesmo tom da decoração toda.

O meu vestido eu tinha optado por um tom de azul mais claro, eu tinha me apaixonado por aquele vestido, Izzy me deu uma cartela de cores que eu podia usar, ou era essa azul ou um rosa, rosa não fica muito bom na minha pele então foi o azul.

— Lilly, fica parada um muito pelo amor de Deus – falei tentando soltar o bob que estava preso em seu cabelo.

Eu tinha colocado esses bobs enquanto ela dormia, era mais fácil, mas ela tinha que acordar super agitada e não parando quieta na cadeira do seu quarto.

— Eu não gostu disso, é chato mamãe – ela falou e eu suspirei.

— Você não quer ficar uma princesa pro casamento da vovó, então por favor, pare de se mexer – falei e ela cruzou os braços emburrada.

O meu cabelo ficaria solto, coloquei alguns bobs neles para ficarem com os cachos mais moldados, o mesmo no cabelo da minha filha, seu cabelo era perfeito, não ia alisar e nem coisas do tipo, só iria modelar os cachos ruivos perfeitos.

— Não gosto, quero ficar com o papai – ela falou.

— Seu pai está ocupado, Lilly por favor, para de birra – já estava ficando impaciente e se ela continuasse a se mexer, eu machucaria seu coro cabeludo – E se você não parar de se mexer eu vou te machucar – ela parou na hora.

Soltei os bobs e peguei os grampos e a coroa de flor, o cabelo dela tinha ficado lindo, seus longos cachos ruivos bem enrolado, minha princesa estava linda.

Agora vinha a pior parte, maquiagem, eu sei como devo passar maquiagem em uma criança, nada de coisa muito forte, apenas uma sombra rosinha com um brilhinho e gloss. sabor morango e blush. Lilly não parava quieta e uma hora, eu acabaria enfiando o pincel de sombra em seu olho.

Devo ter gastado uns trinta minutos fazendo maquiagem na pentelha, mas ficou pronta e linda.

— Não saia desse quarto, eu vou me arrumar e já volto para colocar o seu vestido, e não deite em sua cama, ou melhor, não se mexa – falei e sai do quarto, indo até o meu quarto, já soltando os bobs com presa.

Com o meu cabelo totalmente solto depois de 10 minutos, prendi um pouco meu cabelo, tirando a franja da frente do meu rosto e prendendo para trás com dois grampos brilhantes, fiz o mesmo do outro lado, deixando preso na metade, nas costas parecia uma cascata de cachos caindo até a metade das minhas costas.

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Comecei a fazer minha maquiagem bem forte, com preto e prata, junto com delineador, Izzy que tinha me ensinado aquela maquiagem. Passei um batom cor nude e peguei as joias que Jace tinha me entregado, era uma caixa com um brinco e uma pulseira de pérolas, mas um anel com o símbolo do infinito.

Marie apareceu no quarto exatamente na hora que eu precisava, colocar o vestido.

— Ainda bem que você apareceu – falei e abri o saco preto onde o vestido tinha ficado e abri o zíper da lateral.

Marie com todo o cuidado para não desmanchar o cabelo, me ajudou a colocar o vestido.

— Não quero ser indelicada, mas te garanto que Jace irá adorar a lingerie que a senhorita escolheu – nem preciso dizer que ele comentário me fez ficar roxa.

Peguei os saltos na mão e segui para o quarto da minha filha, ela estava sentada no chão, brincando com suas barbeis, sua maquiagem ainda estava intacta e o cabelo também, tinha passado um pouco de fixador para deixa-lo no lugar.

Coloquei seu vestido e ela parecia uma princesa.

— Você está linda – falei e ela me abraçou.

— Você também mamãe, ta igual a uma plincesa – ela falou e eu dei um beijo em sua bochecha.

Coloquei seus sapatinhos brancos e o meu salto, saindo do quarto com ela e descendo as escadas.

A festa de casamento estava para começar.

Quando descemos as escadas, alguns membros da minha família já tinham chegado, eles estavam perto da onde ocorreria a cerimonia, onde um pequeno coquetel era servido, com canapês e bebidas.

Jace estava na sala ainda, conferindo se a mesa do bolo estava com algum buraco.

— Papaiiiii – Lilly desceu correndo e se jogou em seu colo, abraçando o mesmo – A mamãe não está parecendo uma plincesa?

— Não, você está parecendo uma princesa meu amor, a mamãe está parecendo uma rainha – ele falou e eu corei.

— Você não está nada mal – falei e fui para seu lado, onde ele passou seu braço em torno da minha cintura e me deu um selinho.

Jace estava com um terno preto, com uma camisa branca e uma gravata azul da cor do meu vestido, isso foi culpa da Izzy, só pode.

— Eu to aquiiii – Lilly falou e nos dois olhamos para ela, ainda no colo dele.

Ela estava com um sorriso de orelha a orelha, seus dentinhos pequenos formavam um lindo sorriso inocente.

— Eu amo você mamãe – ela falou e ainda nos braços de Jace me abraçou e eu dei um beijinho em sua bochecha. – Eu amo você papai.

Meus olhos se encheram de lagrimas, de felicidade, Jace estava com um sorriso incrível e com os olhos marejados.

— Também te amo minha pequena, te amo muito – ele falou dando um beijo em sua testa.

— Eu tenho uma família completa agora – ela falou e eu assenti – quero ver a vovó.

Nos dois rimos, mas ainda emocionados com as palavras da minha bebe.

Quando minha mãe desceu as escadas, ela estava linda, uma rainha, a minha mãe. Ela pegou minha mãe e eu a abracei, sempre fui muito apegada a minha mãe, e por nenhum momento durante a minha gravidez, ela gritou comigo, apenas me abraçou, pois percebeu que tudo que eu mais precisava era de apoio.

Seu vestido simples de renda combinada perfeitamente com ela, a simplicidade do vestido, mas a elegância da renda.

— Mãe, você está linda – falei pegando sua mão depois de termos nos afastado.

— Você também meu amor – ela falou e eu ri.

— Vamos, o Luke já está muito nervoso – falei e entrelacei seu braço no meu, saindo da sala e indo em direção a porta da varanda.

Lilly ainda estava passando pelo tapete vermelho, ela tinha nas mãos uma cestinha com pétalas brancas e a caixinha das alianças, de onde nós estávamos, conseguíamos ver a Lilly e um pedacinho do altar, e ninguém conseguia nos ver.

A marcha nupcial começou a tocar e eu peguei um buque grande de rosas das cores branca e rosa e um menos para mim. Eu e minha mão fomos andando lentamente até onde começava o tapete vermelho com pétalas brancas.

Vi Luke olhar para minha mão com um brilho nos olhos e um sorriso no rosto, minha mão sorriu ao meu lado e meio que puxou meu braço disfarçadamente, mas ninguém reparou, dei uma risadinha e continuei a acompanha-la até chegar em frente ao Luke.

Soltei o braço de minha mãe e a abracei, depois peguei sua mão e a entreguei a Luke, e ele me deu um beijo na testa, Peguei o buque da minha mãe e fui para o meu lugar, sentada ao lado do Jace.

A cerimonia não foi demorada, foi rápida e perfeita, recebendo de presente um lencinho de papel para secar as lagrimas antes que elas estragassem a maquiagem.

— Eu vos declaro marido e mulher, pode beijar a noiva – o juiz falou e eu agarrei a mão do meu namorado, que depositou um beijo na minha bochecha.

Porque toda a mulher chora em casamento?

Entreguei o buque para a minha mãe, que saiu lindamente do altar ao lado do meu padrasto Luke, eles ficavam tão perfeitos juntos, era como se minha mão fosse feita para ele. Meu pai morreu quando eu tinha dois anos, e Luke apareceu em nossas vidas logo após meus 10 anos, ele sempre foi o meu pai, desde dessa idade.

E sei que ele faz minha mão feliz, extremamente feliz.

— Izzy a festa ficou incrível – falei para a minha amiga enquanto todos se acomodavam nas mesas dentro da tenda, o sol já havia baixado, estava ficando com um vento gelado, mas não atingia ninguém na parte coberta.

— Eu sei, fala, sou demais – ela falou e eu ri. – Eu fiz um discurso se quiser.

— Eu já tenho um pronto – falei pegando uma taça de champanhe.

Olhei para todas as pessoas ali no salão, todos se acomodando na cadeira, bebendo vinho e champanhe, conversando, os pisca piscas tinha deixado o ambiente com se tivesse mesmo a céu aberto, pareciam estrelas.

Jace estava com Lilly no colo conversando com algum tio meu, que eu também não via a um bom tempo.

— Clary! – escutei a voz de Jordan ao longe, fazia tempo que não via dos dois, desde que abandonei a Pandemônio, há mais de três meses.

— Jordan, Maia, com vocês estão? – perguntei.

Jordan é sobrinho do Luke, fui eu que indiquei o trabalho no pandemônio quando ele veio para NY.

— Bem e você está linda, mais magra também – Maia comentou me abraçando. – Sua nova casa é um espetáculo. E você ainda esqueceu que a gente existia.

— Não fica triste – falei – me passe seu número, ai um dia eu ligo para vocês virem comer pizza com a gente algum dia.

— Com certeza, e o seu namorado, mó gatinho em! – ela falou e eu dei risada, Jordan a olhou com ciúmes – Só comentei, você que é o meu amor.

Dei risada com os dois e logo, minha tia veio me cumprimentar, depois meus primos e meus outros tios.

— Simon! – gritei quando o meu primo favorito apareceu no meu campo de visão.

Simon era o primo que eu mais gostava, não tinha problemas com ele, e ele nem me jugou quando fiquei gravida, apenas a distância impedia nossa comunicação.

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— Clary, minha priminha favorita está chique agora – ele falou e eu ri, abraçando ele.

A última vez que eu tinha visto, foi a mais de um ano.

— Estou com boas notícias – ele falou.

— Diga-me ratinho – falei e ele fez careta, odiava esse apelido.

— Estou me mudando para NY – ele disse e eu fiquei feliz, pelo menos teria o meu primo favorito ao meu lado a partir de agora.

— Simon – Izzy estava vindo para perto de mim e quando o viu, estacou no lugar.

Vou resumir a história dos dois, eles tiveram um romance quando tinham 14 anos, Simon ainda morava aqui, então ele foi para Boston e eles ficavam se vendo só nas férias quando Simon vinha para cá.

Isso durou uns dois anos, até Simon ligar para Izzy e dizer que tinha conhecido uma tal de Maureen e começado a namorar com ela, fiquei muito brava com meu primo no início, afinal, Izzy é minha melhor amiga, e ninguém faz minha melhor amiga chorar.

Ai eles terminaram, Izzy não quer mais citar o nome dele porque sei que ela ainda o ama, e vice e versa. Simon pode até estar namorando a Maureen, mas sei que ele ama a minha BF.

— Oi Izzy – ele falou olhando para ela.

Clima estranho.

— Eu vou lá com o Jace – sai de perto dos dois recebendo um olhar de ódio de Izzy, ela não queria falar com ele, mas os dois mereciam essa conversa.

Fui recebida pelo meu namorado de braços abertos, Lilly estava no chão dançando perto dele.

— A mamãe chegou – ele falou para Lilly e ela bateu palmas, mas logo voltou a se concentrar na dança que fazia. – E ela está uma tremenda gata.

— Só gata? – perguntei na inocência.

— Gostosa, maravilhosa, uma rainha e não posso ne dizer que estou louco para livrar seu corpo desse vestido que deixa muito para a minha pobre imaginação – ele falou no meu ouvido e eu devo ter corado.

— Acho melhor parar, não vai querer ter problemas no meio da festa – falei e ele concordou e deu risada

Ele me deu um beijo apaixonado, só não aprofundou mais porque alguém colocou a mão em seu ombro, fazendo se afastar de mim.

— Está na hora dos brindes – Izzy falou meio mal humorada.

— Que é isso priminha, fique feliz – Jace foi zoar com ela que fez uma careta e olhou para mim apontando para o pequeno palco.

A mesa da minha mãe ficava em frente a pista de dança e em frente ao pequeno palco onde estava montada a banda, subi no palco e me posicionei atrás do pedestal do microfone e peguei uma taça de champanhe que o garçom me ofereceu.

— Boa noite a todos, hoje nós celebramos o casamento de duas pessoas muito importantes na minha vida, minha mãe e o Luke, ou posso chama-lo de pai, se ele me autorizar. Sempre tive minha mãe como uma inspiração, afinal não é fácil cuidar de uma criança sozinha depois de do seu marido ter morrido em um campo de guerra. Minha mãe não é apenas mãe para mim, ela é uma guerreira, enfrentou dificuldades mas nunca abaixou a cabeça aceitando a derrota.

“Quando penso em um pai, posso pensar no John, tenho algumas fotos com ele, antes de morrer em campo, mas quando penso em um pai, penso em Luke, na forma como ele entrou nas nossas vidas naquele dia que eu queria comprar um livro em plena a meia noite e a livraria do Luke era a única aberta pela região.

“Quero que vocês dois sejam mais felizes que vocês já são, quero que aproveitem até o ultimo dia da vida de vocês juntos, e Luke, se minha mãe chorar por sua causa, pode apostar que eu te mato. Um brinde ao casal! – Finalizei o discurso e tomei um gole do champanhe descendo do palco e caminhando em direção aos dois.

Luke me abraçou primeiro.

— É claro que eu deixo você me chamar de pai, é tudo que eu mais quis todos esses anos – ele falou e eu limpei minhas lagrimas.

Minha mãe me abraçou e olhou para seu marido com um sorriso de orelha a orelha.

— Eu amo os dois – ela falou e me dei um beijo na testa e um selinho no Luke.

Depois de nos recuperarmos, Lilly decidiu subir no palco, fazendo um dos músicos tirar o microfone do pedestal e pegando na mão e começando a falar.

— Vovó e vovô, eu amo os dois do tamanho do univelso – ela parou de falar quando Izzy a corrigiu no canto – do tamanho do univelso, sejam muito felizeeees, igual eu sou agola, com a mamãe e com o papai. Vovô cuida bem da vovó tá!! A tia Izzy falo pla eu fala pla aploveitar a lua de mel.

Todos deram risada e eu fui buscar minha filha no palco, dando um beijo na sua bochecha fofa.

— Mamãe, também te amo do tamanho do univelso – ela falou e eu gargalhei.

— É universo meu amor – falei e ela me mostrou seus dentinhos em um sorriso fofinho.

Luke subiu no palco logo depois de Jordan dizer como ele era um tio bacana que empresta dinheiro e motos para impressionar as gatinhas, só rindo com esse Jordan mesmo.

— Boa noite, quero agradecer a todos por comparecer essa noite tão especial para mim e para a minha nova família, Jocelyn não quis subir aqui por não ser muito boa com as palavras. Quando eu a conheci, sabia que ela era a mulher da minha vida, os olhos verdes mostravam um futuro para nós dois, quer dizer, os dois pares de olhos verdes, já que Clary era a filha que qualquer homem pedia, só me desobedeceu sobre morar junto só depois dos 40. – todos riram – ou namorar, que eu tinha liberado só depois dos 30.

“As duas entraram de uma maneira na minha vida que acabou com a monotonia que eu vivia, Clary diz que eu acabei com a monotonia das duas, e elas acabaram com a monotonia da minha. Eu amo vocês, Jocelyn, eu amo você, você é a mulher que eu escolhi viver comigo até o meu último suspiro. – limpei as outras lagrimas que caiam dos meus olhos, Luke sempre foi meio bosta com palavras, mas sabia impressionar qualquer um.

Depois dos brindes, começou a hora do povo ficar bêbado, e quando digo povo, quero dizer minha família, a mesa do bolo, só havia sido usada para as fotos, continuando intacta, mas no final não irá sobrar nada.

Jace era como um fantasma da festa, podia passar despercebido que qualquer um, já que poucos ali não tinham muita intimidade com ele, pude ver que ele parecia aliviado por não ter que conversar com todos ou tirar fotos toda hora, eu fiquei dançando com ele e com Lilly, que logo após a uma da manhã, caiu no sono, me fazendo leva-la para a cama.

Tirei seu vestido e coloquei um pijama confortável da Ariel e a deixei em sua cama de princesa e voltei para a festa.

Os garçons começaram a servir o bolo e a levar aos convidados, como estava perto da cozinha, peguei um dos pedaços e meu deus, o bolo estava uma delícia.

— Está bom? – Jace perguntou aparecendo ao meu lado.

— Divino – falei e ele riu.

— Pedi para Marie guardar um grande pedaço para nós dois, mas tarde – ele falou e mordeu minha orelha.

— Você está muito safadinho para o meu gosto – falei e ele riu

— É que vendo você com esse vestido faz a minha imaginação ir longe – ele falou e eu corei – As pessoas já estão indo embora e amanhã de tarde chega uma empresa para limpar tudo, fiquei tranquila dona Clarissa.

— Estou tranquila – falei e ele me beijou.

— Estou louco para que todos vão embora – ele falou e eu dei risada.

Os convidados não tardaram a ir, já que minha mãe e Luke precisava ir, para a noite de núpcias dos dois antes de uma grande viagem. Presente do Jace, meu e da Lilly juntos.

— Brigada pela festa, vocês duas – minha mãe abraçou eu a Izzy juntar.

— Você merecia mãe – falei e ela abriu um sorriso pra mim.

— Exatamente tia, você merecia depois de tudo que vez pela sua família – Izzy falou e Jace também apareceu.

— Olha meu genro preferido – ela falou e Jace abriu um sorriso de cafajeste.

— Sou o melhor – ele falou e minha mãe o abraçou.

— Cuide bem das minhas meninas – ela falou para ele.

— Cuidarem melhor que a minha vida – ele disse e minha se afastou de nós, entrando no carro e abrindo vidro, dando tchauzinho com o Luke ao seu lado.

Eles iriam curtir muito bem a viagem.

— Agora eu vou embora, por favor, não façam nada que deixe minha afilhada traumatizada pelo resto da vida – ela falou e a gente riu.

— Tchau Izzy – Jace falou e ela revirou os olhos e foi embora. – Finalmente a sós.

— Sós – repeti a palavra e ele riu, indo até a cozinha e voltando com um grande prato.

—Doces – ele falou e seus olhos brilharam.

— Pior que criança – falei e ele pegou minha mão e me levando a seu quarto.

Trancou a porta para se assegurar que não havia visitas a noite e me jogou na cama, tirando sua gravata e começando a fazer coisas que seria proibida até de acontecer.

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RoupaJocelyn:http://4.bp.blogspot.com/-t39SL9-dnYQ/UQAzeBbK0zI/AAAAAAAAAdo/YilEomjM2Is/s640/vestido-de-noiva-de-renda-inteiro.jpg

Cama Lilly: http://www.princesscanopybeds.com/images/uploads/imageGalleryAlts/princessBed800x600.jpg